ALAELSON FERRAZ DA COSTA2026-08-132018https://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/90O presente trabalho tem a finalidade de apresentar a relação existente entre prazer e virtude segundo Aristóteles, dando a condição necessária para se entender a tese aristotélica segundo a qual o virtuoso não age em vista do prazer por si mesmo, mas sente prazer em agir virtuosamente. Procura-se esclarecer aqui tal concepção em três momentos: primeiramente, partindo do segundo tratado do prazer no livro X da Ética a Nicômaco, busca-se compreender a definição aristotélica de prazer, analisando-se algumas de suas características. O segundo lugar, procura-se expor a compreensão aristotélica de virtude, a partir de sua definição, em vista de se apresentar o critério para uma ação moralmente virtuosa. Em terceiro lugar, é apresentada a relação entre prazer e virtude, tomando-se como ponto de partida o hedonismo moderado de Aristóteles, para quem a vida é em si prazerosa. Para o Estagirita, a melhor atitude a ser tomada na relação entre o prazer e a virtude é o meio-termo ou a mediania. Finalmente, intenta-se também responder questionamento de como as virtudes ajudam o homem a lidar com os prazeres segundo Aristóteles.ptPrazerVirtudeAristótelesHedonismo moderadoA RELAÇÃO ENTRE PRAZER E VIRTUDE SEGUNDO ARISTÓTELESArticle