Navegando por Autor "FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHO"
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Item A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"(2013) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHOO presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.Item CATEQUESE COM SURDOS: SINAIS DO REINO NA IGREJA DO PIAUÍ(2018) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHOO presente trabalho procura abordar sobre um tema que a Igreja Católica vem, particularmente a partir do século XX, em seus documentos catequéticos, dano devida atenção e fazendo com que supere todo tipo de preconceito e discriminação: Catequese com Surdos. É de grande importância conhecer a pedagogia do Divino Mestre no trato com o surdo do Evangelho de Marcos, com a finalidade de resolver questões de exclusão que ainda persistem na comunidade eclesial. É notório que em muitos lugares ainda não se encontram pessoas preparadas para acompanhar o surdo no caminho de iniciação cristã. A inclusão veio justamente ampliar as possibilidades para construir uma sociedade mais justa, dando oportunidades para todos, de ocuparem os seus espaços, buscando conquistar sua autonomia. A inclusão da pessoa surda é cheia de desafios e exigências, e requer, portanto, muita dedicação e paciência para aqueles que trabalham com inclusão como também para com os surdos. A Igreja Católica precisa se indagar: Como está acolhendo os surdos? Eles estão participando das atividades litúrgicas? As comunidades são inclusivas? A catequese é o melhor acesso para inserilos na vida eclesial, pastoral e comunitária. Entretanto, é preciso oferecer uma catequese adequada com recursos e conteúdos acessíveis em Libras para serem bem acolhidos. A Catequese com Surdos é um novo olhar e um novo pensar sobre o chamado do Pai em levar a Boa Nova do Reino aos surdos. No Reino, somos todos iguais na diversidade. Buscou-se no presente trabalho enfatizar a atuação do catequista-intérprete, cuja missão não é soluciona todos os problemas em relação ao surdo, sendo necessário pensar em uma comunidade inclusiva, pessoas capazes de perceber a necessidade de todos pertencerem ao Reino. A missão do catequista é levar a todos a mensagem da salvação que Cristo nos trouxe. Esta mensagem se dirige a toda à humanidade.