Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia
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Item INICIAÇÃO À VIDA CRISTÃ COM INSPIRAÇÃO CATECUMENAL: Reflexão teológico-pastoral à luz do documento 107 da CNBB.(2018) WELSON BARBOSAA iniciação à vida cristã com inspiração catecumenal é uma proposta do documento 107 da CNBB. É uma busca de resposta aos desafios atuais enfrentados pela Igreja em relação à transmissão da fé num ambiente sócio-cultural diversificado. Essa proposta é inspirada no catecumenato estruturado e praticado no início do Cristianismo. A história do catecumenato é constituída de altos e baixos: auge, declínio e restauração. Um dos textos bíblicos que fundamenta a inspiração catecumenal da catequese é o diálogo de Jesus com a Samaritana (Jo 4,7-42). A Didaqué, catecismo dos primeiros cristãos, e o De Catechizandis Rudibus, de Santo Agostinho iluminam a prática catequética de inspiração catecumenal. A iniciação à vida cristã inspirada no catecumenato dos primeiros cristãos exige a união entre catequese e liturgia. Pois a organização do itinerário composto em tempos e etapas pede a vivência litúrgica dos ritos a serem celebrados. A celebração dos sacramentos de iniciação à vida cristã, no processo iniciático catecumenal, preserva a unidade originária entre o Batismo, a Confirmação e a Eucaristia.Item O IMPERATIVO CATEGÓRICO E A LIBERDADE NAS OBRAS "FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES" E "CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA", DE KANT(2014) WELSON BARBOSAKant sistematizou a moralidade nas obras Fundamentação da metafisica dos costumes e Crítica da razão prática. A moralidade requer dois componentes indispensáveis, a saber: a lei e a liberdade. A vontade deve ser livre de qualquer determinação da sensibilidade, a fim de garantir a moralidade da ação. A indeterminação da vontade, daquilo que é sensível, é a liberdade em sentido negativo. A liberdade em sentido positivo se encontra na vontade autônoma, isto é, na capacidade do homem legislar a si mesmo, de autodeterminar-se. A liberdade é o fundamento da lei moral. É a liberdade da vontade que garante as ações morais. A lei moral se expressa formalmente no imperativo categórico. O homem encontra nele o padrão de medida da moralidade, isto é, o critério para que uma máxima subjetiva se tome objetiva, por conseguinte, uma máxima moral. A lei moral se apresenta ao indivíduo como um factum da razão. Este é a consciência moral presente no ser dotado de razão e vontade. Embora o indivíduo não possua uma sistematicidade mental no que se refere à moralidade, ainda consta-se nele uma consciência que julga as suas ações como morais ou imorais. A partir dofactum da razão, tem-se o sentimento de respeito à lei.