Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia
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Item teste(2026) testeItem SUICÍDIO: O JULGAMENTO DA VIDA PARA ALBERT CAMUS EM DIÁLOGO COM A LITERATURA DE FIÓDOR DOSTOIÉVSKI(2021) BRUNO SOARES DE OLIVEIRAO presente trabalho investiga o fenômeno do suicídio a partir da Filosofia do absurdo de Albert Camus, buscando apontar um julgamento correto da vida. Em sua obra O mito de Sísifo, Camus identifica a questão da automorte como um problema fundamental à filosofia, relacionando-a com a absurdidade – a desproporção entre o homem e o mundo. Em sua teorização, consciente do absurdo o homem só tem duas escolhas: o suicídio ou o reestabelecimento. Para a análise dessas opções, duas narrativas de Fiódor Dostoiévski, jornalista e escritor russo, serão utilizadas como pano de fundo para tal reflexão: A dócil e O sonho de um homem ridículo. Na primeira novela, encontramos um narrador que dialoga consigo mesmo tentando entender as motivações que levaram sua esposa a se matar. Na segunda, temos um homem que depois de perceber a falta de sentido em sua vida, planeja seu suicídio, mas desiste depois de ter sido abordado por uma menina. Para o desenvolvimento deste trabalho utilizamos Camus (2020) e Dostoiévski (2017), e alguns de seus comentadores, como Ortega (2010), Oliveira (1988) e Vargas (2016).Item A RELAÇÃO ENTRE FÉ E RAZÃO NA BUSCA PELA VERDADE A PARTffi DA OBRA SER FINITO E SER ETERNO DE EDITH STEIN(2020) EDMUNDO ARAÚJO DA SILVAA presente pesquisa bibliográfica tem por objetivo compreender o diálogo entre fé e razão na busca pela verdade a partir do pensamento da filósofa alemã Edith Stein (1891-1942). A busca pela verdade sempre foi a principal inquietação na vida de Edith Stein, para ela encontrar a verdade significa encontrar o próprio sentido do ser no mundo e a resposta para todas as dúvidas que o circundam. Todavia, para encontrar a verdade, segundo Edith Stein, é preciso estabelecer uma relação entre fé e razão, pois, a fé se toma necessária ao oferecer aquilo que a razão por si não poderia alcançar devido aos seus próprios limites. A relação entre fé e razão em Edith se dá a partir da confrontação estabelecida por ela entre filosofia moderna e filosofia medieval, fundamentada pelo pensamento de Edmund Husserl e santo Tomás de Aquino, que está grafada de forma sistemática na obra Serfinito e ser eterno. Por fim, esta pesquisa apresenta como itinerário: a coerência entre vida e obra de Edith Stein; a exposição da investigação do sentido do ser como ponto de partida em busca da verdade; a fé como instrumento guia da razão para se buscar a verdade.Item O BIOPODER COMO INSTRUMENTO DE CONTROLE NA VIDA BIOLÓGICA DO INDIVÍDUO NA OBRAHOMO SACER DE GIORGIO AGAMBEN(2020) ERNANDESROCHASENEA investigação filosófica de Giorgio Agamben consiste nas relações do novo poder moderno, que ultraja a essência da vida biológica e política, percorrendo o itinerário político clássico, atualizando-se pelas relações de forças jurídicas e governamentais contemporâneas, vinculadas à violência soberana, enfatizando a relevância do biopoder como dispositivo de controle sobre a vida humana, gerando na sociedade a suspensão do direito, que torna-se regra na sociedade vigente através do estado de exceção. Sendo assim, a vida humana é colocada em questão. Com este fim, apresentamos primeiramente, os conceitos fundamentais da investigação filosófica de Giorgio Agamben, fazendo menção à tradição clássica do direito romano. Assim, essa segunda parte, aprofunda a vida, em seu sentido biológico, cuja vida, encontra-se em situação de exclusão na comunidade política pelas relações de força predominante na comunidade clássica, passando por um processo de transição na Idade Moderna, tomando-se alvo de estratégias e cálculos pelo novo poder biopolítico. Posteriormente são apresentados exemplos práticos da atuação do biopoder moderno relacionado à vida nua em confronto com o bem-comum, acarretando desse modo, a perca do sentido moral, ético e cristão na sociedade hodierna. Assim, o corpo biológico torna-se o centro de investimentos políticos estatais e forças capitalistas, que controlam e separam o corpo biológico da dignidade humana, sobrepondo a vida natural como capital humano biológico e, no entanto, são alvos das piores atrocidades desumanas, que são enfatizadas, através de experimentos desastrosos e que juridicamente têm sua validade econômica.Item A REPRESENTAÇÃO DO MITO DA CAVERNA NO CINEMA CONTEMPORÂNEO(2021) FELIPE DE OLIVEIRA SILVAA sociedade contemporânea tem a seu dispor diversas opções de entretenimento. Entre as opções mais democráticas está a chamada "sétima arte": o cinema. A relevância do cinema enquanto tema está na sua versatilidade em adequar-se aos mais diversos públicos ao longo do tempo. Independente da renda, raça, religião ou modo de vida, o cinema estará colocado como opção de desenfado ou ação cultural; uma forma de lazer relativamente barata e variada. Realiza-se neste trabalho uma análise comparativa de narrativas acerca da realidade, entre a apresentada no cinema: com Vanilla Sky, e a apresentada no Mito da Caverna, de Platão. Constata-se que o cinema pode servir para acomodar no espectador as imagens que são projetadas à sua frente ou servir para provocar o desejo de ir além dos muros, das fronteiras: libertar-se e aproximar-se da verdade, saindo da caverna. O cinema está instalado nos centros comerciais, mas também nos espaços reservados, acessível a diversos públicos, aos quais a indústria cultural, movida por interesses comerciais, dirige suas estratégias de conquista. Diante da complexa realidade de conceitos e ideologias que o influenciam, o cinema evolui ao longo do tempo, trazendo renovação e sedução.Item O CONCEITO DE MORTE PARA ARTHUR SHOPENHAUER EM SUA OBRA "METAFÍSICA DA MORTE"(2021) JOÃO CARLOS DANTAS DA SILVATodos queremos existir e viver. Perante a vontade de vida, encontramos um "obstáculo" que nenhuma indiferença pode matar a consciência do que aparece como maior dificuldade da humanidade: a morte. Esse momento derradeiro tem motivado cada vez mais reflexões, entre tantas, acredita-se que o filósofo Arthur Schopenhauer em sua obra Metafisica da morte descreve a morte de forma coerente e leve. Ao descrevê-la como o fim da existência fenomênica, mas não do coisa-em-si, pois esse segundo é indestrutível leva a compreensão do sentido real de que todo ser humano irá enfrentar e que por isso requer ao invés de medo, atitude de coragem e serenidade que só pode ser obtida por meio da racionalidade diante do desconhecido. Pra iniciar essa discussão, torna-se necessário compreender a vida e obra schopenhaueriana e o fundamento da relação entre o fenômeno e o não perecível ser-em-si. Nessa abordagem, é oportuno apresentar outros filósofos que discorrem suas perspectivas do fim, principalmente como resposta ao problema da rejeição e banalização da morte da sociedade atual. A temática da finitude está envolta por uma visão atual e pessimista, potencializada pela pandemia. É indispensável não marginalizar aquilo que é nossa única certeza futura, mas devese destacar como importante uma nova forma de compreensão da morte, à luz da contribuição filosófica que quer oferecer às pessoas e à sociedade atual a possibilidade de elaborar suas ações diante do limite. Esse que embora no presente não seja nada para nós, torna-se uma potência que se aproxima cada dia mais, que porém não é um fim em si mesmo.Item A MORTE COMO CONSEQUÊNCIA DO VIVER BEM NA OBRA ENSAIOS DE MICHEL DE MONTAIGNE(2021) MIGUEL WANDERSON BRITO SILVAA discussão sobre o fenômeno da morte está crescendo gradativamente com variadas tendências dentro da sociedade contemporânea. O filósofo francês Michel de Montaigne, em sua obra Ensaios, apresenta a morte como consequência do bem viver, ou seja, somente aqueles que descobriram o sentido da vida poderão entender o sentido da morte. Para nos introduzir nesse estudo, torna-se necessário compreender os fundamentos da relação entre morrer e viver bem e o link entre a postura humana de liberdade ou de angústia frente à morte. Nessa abordagem, Montaigne e Sartre se desencontram visivelmente. Para um, a morte é expressão do bem viver, para o outro, a morte leva à profunda angústia. Na sociedade atual, a interpelação da morte frente à liberdade do homem abre uma discussão sobre o complexo problema do suicídio. Dentre os mais relevantes, vale destacar: o suicídio como precipitação para a morte e fuga da realidade, e, o suicídio diante da morte enquanto consequência do bem viver. Refletir sobre a vida e a morte, sobre a liberdade e a angústia e, sobre suicídio, é uma contribuição filosófica que quer oferecer às pessoas e à sociedade atual, a possibilidade de ressignificar suas ações e valores atribuídos à vida, para que assim, vivam mais e melhor.Item - A RELAÇÃO DE DEPENDÊNCIA DO HOMEM PARA COM DEUS NA PESQUISA FILOSÓFICA DE EDITH STEIN(2022) DENILSON DE SOUSA VIEIRAA presente pesqu tem por objetivo compreender a relação do homem para com Deus, na pesquisa filosófica de Edith Stein (1891-1942), utilizando-se de algumas de suas obras, dentre elas a sua principal, Ser Finito e Ser Eterno. Em seu itinerário filosófico, Edith utiliza-se da fenomenologia como instrumento de investigação minuciosa do ser do homem com o intuito de compreendê-lo, e a partir de suas investigações assimila que o homem é um ser finito que não é causa de si mesmo e depende de um Ser que está acima dele e que é causa de todas as coisas existentes, a este ela denomina como Ser Eterno. Com isso a temática em questão aparece relevante em suas obras, revelando, portanto, que o homem sendo este ser diferenciado dos demais animais e dos vegetais, é um ser criado com uma finalidade. Por fim, esta pesquisa apresenta, na visão filosófica da pensadora em questão, que o homem foi criado por Deus, é Ele que o mantém na existência e é para Ele que o homem está destinado.Item O CONHECIMENTO DE DEUS NO ITINERARJUMMENTIS INDEUMDE SÃO BOAVENTURA(2023) FRANCISCO RICKELME GOMES BARROSEste trabalho pretende analisar a questão da teodiceia que São Boaventura de Bagnoregio levanta em sua obra Itinerarium mentis in Deum (1259). Tendo como objeto de pesquisa o conhecimento de Deus, pois em seu itinerário místico ele faz um percurso didático que leva a questão: como se apresenta o conhecimento de Deus em sua criação, em suas criaturas e como a racionalidade do homem pode, pela iluminação divina, chegar a tal conhecimento? Em seu itinerário a questão relevante não é posta na existência de Deus, sendo esta uma certeza, mas como se apresenta e como se pode chegar a essa cognoscibilidade. O autor elabora um caminho místico-filosófico em três vias, para alcançar esse conhecimento. Trabalhando com base na teoria da iluminação ele segue por um caminho gradativo, percorrendo a via sensitiva, a via intelectiva e a via sapiencial, até chegar no êxtase mental, o ápice do conhecimento. A discussão filosófica da teodiceia boaventuriana se apresenta como uma síntese dos pensamentos da época e com grande contribuição em torno da capacidade ilimitada (Capax Dei) do ser humano para alcançar o verdadeiro conhecimento na contemplação de seu Criador.Item ANÁLISE METAFÍSICA ACERCA DE DEUS EM RENÉ DESCARTES(2022) JOSÉ WILLIAN PALMEIRA DA ROCHAA presente monografia tem como objetivo apresentar a temática de Deus a partir do percurso teórico de Descartes, através da questão da dúvida, da verificação do Cogito e, por fim, com as provas da existência divina, tomando por base as meditações cartesianas. A obra Meditações Metafisicas é o referencial na construção desse trabalho. A referida obra consiste em apresentar os meios possíveis para o alcance do conhecimento racional e verídico acerca de Deus. Para tal, procurou-se organizar essa monografia em três capítulos, a saber: no primeiro, é feita a explanação do método da dúvida, onde Descartes põe em cheque todo a conhecimento que até então julgava verdadeiro; no segundo momento, segue-se com a radicalização da dúvida, onde o autor passa a buscar o que de fato era considerado um conhecimento. Nesse itinerário, Descartes vai de encontro com a ideia de um gênio maligno, quer dizer, a figura de um Deus enganador, levando-o a descoberta do Cogito, simbolizado na clássica sentença: "penso logo existo". Trata-se portanto da primeira verdade conquistada, adquirida racionalmente. Usando de alegorias, o autor dá o exemplo da cera, um argumento que possibilitou comprovar que o espírito humano é mais maleável no conhecer que as substâncias materiais. Por fim, no último capítulo, toma-se o cerne da questão: a existência de Deus fundamentada em provas. No término, é demonstrada a eficácia dessas provas na elaboração de uma ideia de Deus como a origem da própria ideia que se tem dele, respaldando-se nos atributos que lhes são próprios: infinito, perfeito e motivo para tudo quanto existe no mundo.
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