Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia
URI permanente para esta coleçãohttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/7
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Item CATEQUESE COM SURDOS: SINAIS DO REINO NA IGREJA DO PIAUÍ(2018) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHOO presente trabalho procura abordar sobre um tema que a Igreja Católica vem, particularmente a partir do século XX, em seus documentos catequéticos, dano devida atenção e fazendo com que supere todo tipo de preconceito e discriminação: Catequese com Surdos. É de grande importância conhecer a pedagogia do Divino Mestre no trato com o surdo do Evangelho de Marcos, com a finalidade de resolver questões de exclusão que ainda persistem na comunidade eclesial. É notório que em muitos lugares ainda não se encontram pessoas preparadas para acompanhar o surdo no caminho de iniciação cristã. A inclusão veio justamente ampliar as possibilidades para construir uma sociedade mais justa, dando oportunidades para todos, de ocuparem os seus espaços, buscando conquistar sua autonomia. A inclusão da pessoa surda é cheia de desafios e exigências, e requer, portanto, muita dedicação e paciência para aqueles que trabalham com inclusão como também para com os surdos. A Igreja Católica precisa se indagar: Como está acolhendo os surdos? Eles estão participando das atividades litúrgicas? As comunidades são inclusivas? A catequese é o melhor acesso para inserilos na vida eclesial, pastoral e comunitária. Entretanto, é preciso oferecer uma catequese adequada com recursos e conteúdos acessíveis em Libras para serem bem acolhidos. A Catequese com Surdos é um novo olhar e um novo pensar sobre o chamado do Pai em levar a Boa Nova do Reino aos surdos. No Reino, somos todos iguais na diversidade. Buscou-se no presente trabalho enfatizar a atuação do catequista-intérprete, cuja missão não é soluciona todos os problemas em relação ao surdo, sendo necessário pensar em uma comunidade inclusiva, pessoas capazes de perceber a necessidade de todos pertencerem ao Reino. A missão do catequista é levar a todos a mensagem da salvação que Cristo nos trouxe. Esta mensagem se dirige a toda à humanidade.Item A ESPIRITUALIDADE PRESBITERAL DIOCESANA: Alguns aspectos da espiritualidade do padre diocesano(2017) GERCÍLIO SANTANA DIASResgate e refontização da espiritualidade do padre diocesano. Apresenta uma fundamentação bíblico-teológica, onde o ícone do Bom Pastor é o referencial de relevo dessa espiritualidade. Procurou caracterizar a espiritualidade do padre diocesano sabiamente subdivida em três balizas: a Igreja Particular (diocese); o Presbitério e ainda o Povo de Deus. Abordou ainda a espiritualidade e a vivência dos Conselhos Evangélicos.Item A VIDA ETERNA É ESTA: QUE ELES TE CONHEÇAM: Um estudo hermenêutico-teológico de João 17,1-5(2016) CLEONILSON OLIVEIRA ALVESEsta monografia com o tema: A VIDA ETERNA É ESTA: QUE ELES TE CONHECAM: um estudo hermenêutico-teológico de João 17, 1-5. Tem como finalidade a explicitação da "vida eterna" no v.3 da perícope em estudo. O método adotado é o mesmo explicitado no subtítulo e consiste numa leitura analítica da literatura consultada e do texto original do Evangelho e precipuamente da perícope. O trabalho divide-se em três partes (capítulos) e consistem em fazer uma abordagem geral da comunidade joanina e sua relação com a "vida eterna", restringe-se na análise da oração, da perícope e do tema em questão e por fim, à luz dos padres da Igreja e Concilio Vaticano II explana-se a teologia da perícope numa perspectiva da práxis pastoral.Item UNIÃO COM DEUS: UM DIÁLOGO ENTRE OS MÍSTICOS(2012) WALFRAN RIOS DA COSTAEste trabalho é destinado a estudantes e pesquisadores que queiram aprofundar seus conhecimentos sobre o tema da união com Deus e ampliarem sua visão acerca desta realidade tão presente na vida dos cristãos de todos os séculos. Neste trabalho encontram-se várias reflexões sobre a divina união, a saber, como é entendida ao longo da história, seus frutos e a sua relação com o batismo no Espírito. Além disso, também algumas questões teóricas serão tratadas com perspicácia para uma compreensão adequada como a divinização, semelhança divina, perfeição da caridade, graus da vida espiritual e os próprios benefícios que a união com Deus traz consigo. De modo particular, trata da união divina explicada pelo doutor místico, João da Cruz.Item O PARADIGMA DA ECOLOGIA NA TEOLOGIA CONTEMPORÂNEA(2011) WAGNER FRANCISCO DE SOUSA CARVALHOEste Trabalho de Conclusão tem por objetivo apresentar o paradigma da ecologia na teologia contemporânea. Destaca-se, inicialmente, a evolução histórica da sociedade, tendo o homem como objeto indispensável para se entender a questão em estudo para depois definir propriamente o que é a ecologia e suas divisões. Deste modo, emerge a identificação de que a crise ecológica não é apenas uma crise ambiental, mas social e, por não dizer religiosa, uma vez que a mesma acentua a postura do homem em relação com Deus e a sua criação, pois ele em sua função de co-criador despertou seu agir dominante muito mais do que a sua atitude de admirador levando, aos poucos, certo desencanto pelas obras do Criador e, como modo de justificar sua ação, apontou a religião judeu-cristã como a principal responsável afirmando está nos primeiros capítulos da Bíblia que o homem devia submeter e dominar a terra (Gn 1, 28). No entanto, o paradigma proposto pela ecologia é mostrar a necessidade de uma teologia ecológica a fim de refletir o cuidado sobre a vida nas suas diversas maneiras de se manifestar. O homem faz parte da criação, mas ele é ontologicamente diferente, por isso, a sua missão é preservar e condicionar meios nos quais não se prevaleça à atitude do mais forte. Assim sendo, a ecologia não se apresenta como um movimento em defesa de uma natureza intocável, nem é um ofuscamento do homem ou uma condenação de sua maneira de agir, tampouco, um "endeusamento da natureza", invertendo os valores e os cuidados, ela aspira, na verdade, pelo questionamento das atuais relações e sistemas em que a humanidade hoje está inserida e, que por sua vez, não correspondem adequadamente aos desafios postos por ela mesma. Isso implica atitudes tendo como princípios, por exemplo, a interdependência, a responsabilidade e o cuidado como fontes de uma espiritualidade cósmica geradora, portanto, de uma restauração da comunhão e da relação do homem com a natureza e com Deus.