UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE
| dc.contributor.author | ANTÔNIO ISMAEL DE HOLANDA | |
| dc.date.accessioned | 2026-08-07T13:01:18Z | |
| dc.date.issued | 2011 | |
| dc.description.abstract | Este trabalho tem por objetivo esclarecer o conceito de consentimento apresentado pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) em sua obra Segundo Tratado Social (1690). John Locke acredita que para usar a liberdade a fim de consentir, o homem precisa, primeiramente, ter acesso ao conhecimento, o qual só é possível através da experiência, a qual leva o homem a conhecer a lei natural que é a vontade de Deus. Partindo desse conhecimento, o homem obedece ao seu Criador, por isso, sai do Estado de Natureza para, através do consentimento livre, formar a sociedade, o governo e as leis, tendo em vista a preservação dos direitos naturais, sobretudo a liberdade. Portanto, o consentimento é considerado por Locke como elemento fundante da sociedade e garantia da liberdade. | |
| dc.identifier.uri | https://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/34 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.subject | John Locke | |
| dc.subject | Liberdade | |
| dc.subject | experiência | |
| dc.subject | conhecimento | |
| dc.subject | consentimento | |
| dc.title | UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE | |
| dc.type | Article |
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