A BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT

dc.contributor.authorJOÃO PAULO DE SOUSA AQUINO
dc.date.accessioned2026-08-17T12:03:15Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractO presente trabalho monográfico tem como objetivo compreender a filosofia política de Hannah Arendt no concernente a criação do conceito da banalidade do mal que construiu as bases do fenômeno totalitarista e do genocídio que ceifou vidas humanas e atacou severamente a dignidade das minorias na Alemanha. Para o melhor desenvolvimento desta monografia, ela está dividida em três momentos: a presença do mal no mundo no pensamento filosófico de São Tomás e Leibniz; na segunda parte, será apresentada a banalidade do mal na perspectiva de Hannah Arendt. E por fim, no terceiro capítulo, será apresentada a solução final nos campos de concentração como ápice da banalidade do mal e suas implicações na atualidade. A proposta principal de Arendt na obra Eichmann em Jerusalém, no que diz respeito a banalidade do mal é mostrar que a banalidade está no sistema e não naqueles que seguem ordens. Pretende-se, desse modo, demonstrar que a banalidade do mal se opôs a dignidade humana, levando milhões de seres humanos ao extermínio nos campos de concentração durante o regime de AdolfHitler, servindo como base para impulsionar a política genocida e xenófoba durante a Segunda Guerra Mundial.
dc.identifier.urihttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/118
dc.language.isopt
dc.subjectBanalidade do mal
dc.subjectTotalitarismo
dc.subjectAntissemitismo
dc.subjectPolítica
dc.titleA BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT
dc.typeArticle

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