SUICÍDIO: O JULGAMENTO DA VIDA PARA ALBERT CAMUS EM DIÁLOGO COM A LITERATURA DE FIÓDOR DOSTOIÉVSKI

dc.contributor.authorBRUNO SOARES DE OLIVEIRA
dc.date.accessioned2026-10-15T12:19:56Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractO presente trabalho investiga o fenômeno do suicídio a partir da Filosofia do absurdo de Albert Camus, buscando apontar um julgamento correto da vida. Em sua obra O mito de Sísifo, Camus identifica a questão da automorte como um problema fundamental à filosofia, relacionando-a com a absurdidade – a desproporção entre o homem e o mundo. Em sua teorização, consciente do absurdo o homem só tem duas escolhas: o suicídio ou o reestabelecimento. Para a análise dessas opções, duas narrativas de Fiódor Dostoiévski, jornalista e escritor russo, serão utilizadas como pano de fundo para tal reflexão: A dócil e O sonho de um homem ridículo. Na primeira novela, encontramos um narrador que dialoga consigo mesmo tentando entender as motivações que levaram sua esposa a se matar. Na segunda, temos um homem que depois de perceber a falta de sentido em sua vida, planeja seu suicídio, mas desiste depois de ter sido abordado por uma menina. Para o desenvolvimento deste trabalho utilizamos Camus (2020) e Dostoiévski (2017), e alguns de seus comentadores, como Ortega (2010), Oliveira (1988) e Vargas (2016).
dc.identifier.urihttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/140
dc.language.isopt
dc.subjectSuicídio
dc.subjectAlbert Camus
dc.subjectAbsurdo
dc.subjectjulgamento
dc.subjectDostoiévski
dc.subjectliteratura.
dc.titleSUICÍDIO: O JULGAMENTO DA VIDA PARA ALBERT CAMUS EM DIÁLOGO COM A LITERATURA DE FIÓDOR DOSTOIÉVSKI
dc.typeArticle

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