A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"

dc.contributor.authorFRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHO
dc.date.accessioned2026-08-07T14:31:05Z
dc.date.issued2013
dc.description.abstractO presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.
dc.identifier.urihttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/46
dc.language.isopt
dc.subjectMal
dc.subjectbem
dc.subjectManiqueísmo
dc.subjectLiberdade
dc.subjectDeus
dc.titleA CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"
dc.typeArticle

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