Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia
URI permanente para esta coleçãohttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/12
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Item TEORIA DO CONHECIMENTO NA OBRA 'MEDITAÇÕES', DE RENÉ DESCARTES(2013) JOSÉ MARCOS DA SILVA FILHOO presente trabalho acadêmico trata da Teoria do Conhecimento na obra Meditações, do filósofo francês René Descartes. Este viveu no contexto da Idade Moderna. É apresentado em forma de descrição, tendo como principal referência a obra citada acima, a forma como Descartes refletiu acerca do conhecimento que o homem pode alcançar. Para tanto foram usadas também outras obras do mesmo autor que tratam da problemática e por isso auxiliaram no tema, somando-se a estas, utilizaram-se obras de outros autores e de um comentador. Na sequência do conteúdo analisa-se a possibilidade de se conhecer algo verdadeiramente, posteriormente explora-se o modo como se dá a construção do conhecimento e, enfim, a reflexão na abordagem dos princípios do conhecimento humano, apresentados na filosofia cartesiana.Item A CONCEPÇÃO DE DEUS SEGUNDO DESCARTES(2014) JOSÉ FRANCISCO DE SOUSAEste ensaio se propõe em analisar as três provas da existência de Deus, duas a posteriori e uma a priori. A ideia de Deus nas Meditações cartesiana assume o ápice de seu pensamento. Descartes desenvolve um método para chegar à prova da existência de Deus, que ficou conhecido como método cartesiano. A ideia de Deus é uma ideia inata. Tal ideia é obtida por exclusão das outras possíveis. Não pode ser adventícia, que se apresentam involuntariamente à mente; a mesma exigiu uma escolha voluntaria; ela não pode ser factícia (empírica), a partir do momento em que o conteúdo dela se impõe à mente sem que seja factícia, que são obras do livre arbítrio do sujeito pensante. A ideia de Deus tem um fato peculiar: é inata porque é próprio da natureza do eu que tem a ideia de Deus. Assim posso dizer que a minha natureza é a ideia de Deus, enquanto trago a imagem dele. Essa é a tese mais importante, da imagem de Deus trazida por Descartes, a criatura manifesta sua origem divina por alguma semelhança com o criador. A finitude só é inteligível por comparação com a infinitude, se me conheço como finito, é porque me comparo às perfeições que não possuo, mas das duas tenho a ideia. A análise da ideia de Deus, de um lado, confirma a precedência do conhecimento claro e distinto do infinito sobre o finito, e, do outro, encontro a ideia da absoluta perfeição por análise da natureza finita.Item A DISTINÇÃO ENTRE MENTE E CORPO NA OBRA "MEDITAÇÕES", DE RENÉ DESCARTES(2016) WELLINGTON RODRIGUES DA SILVAO presente trabalho tem como propósito apresentar a distinção entre mente e corpo, usando como referência filosófica René Descartes o pensador que inaugura as inquirições sobre o tema com suas obras Discurso sobre o método e Meditações Metafisicas. Na primeira seção é realizada uma relevante exposição da teoria dualista de René Descartes, com especial ênfase em suas concepções a respeito da "mente" (ou "coisa pensante") e do corpo (ou "coisa extensa"). Além disso, discutimos a interação existente entre estas duas substâncias, já que Descartes sustenta não somente a noção de dualidade, mas também a de relação causal entre as duas substâncias. Na segunda, são abordadas as críticas ao dualismo cartesiano na teoria da identidade mediante as objeções contidas nos trabalhos de Gilbert Ryle e Ullin T. Place, bem como a insuficiência da teoria da identidade, uma vez que esta teoria não oferece respostas satisfatórias para o problema mente-corpo. Na terceira seção são apresentados os três argumentos para a distinção entre mente e corpo, a saber: "o argumento da dúvida", "o argumento da percepção clara e distinta" e "o argumento da indivisibilidade da mente". Estes têm como escopo a corroboração da distinção entre mente e corpo estabelecida por Descartes.Item A RACIONALINADE COMO PROPOSTA DE UM NOVO MÉTODO PARA CHEGARÁ VERDADE, NAS OBRAS "DISCURSO DO MÉTODO E MEDITAÇÕES METAFÍSICAS" DE RENÉ DESCARTES(2018) ANTONIO WILSON PONTES FEITOSAO presente trabalho acadêmico trata do caminho proposto por Descartes para se chegar na verdade indubitável nas obras "Discurso do Método e Meditações Metafísicos, do filósofo francês René Descartes. Este viveu no contexto da idade média. É apresentado em forma de descrição, tendo como principal referência às obras acima citadas, a forma como Descartes propôs um novo método para se alcançar a verdade. Para tanto foram usadas também outras obras de outros autores que tratam da problemática e para auxiliar no tema. Na sequência do conteúdo, apresenta-se Deus como garantia dessa verdade, enfim a reflexão na abordagem dos princípios do conhecimento humano, apresentado na filosofia cartesiana.Item A ANÁLISE DA RACIONALIDADE NA SEGUNDA PARTE DO DISCURSO DO MÉTODO DE DESCARTES(2015) RAFAEL DA SILVA OLIVEIRAO presente trabalho trata da questão do conhecimento do método cartesiano na investigação filosófica, analisando a segunda parte do discurso do método, tendo grande relevância para a filosofia moderna por trazer a interpretação da teoria do conhecimento de Descartes. Este presente estudo tem como objetivo analisar fontes bibliográficas e comparativas sobre o que é a racionalidade em Descartes em relação à segunda parte do discurso do método, identificando os meios racionais tanto na Idade Moderna, como no período contemporâneo que o homem se serve para encontrar a verdade. Sendo que para melhor desenvolvimento do tema, apresentaremos o homem racional e a importância das regras estabelecidas por Descartes em sua obra O Discurso do Método, as idéias de teóricos cartesianos, que entram em discussão a cerca do dualismo de Descartes. O presente trabalho tem como objeto de análise a obra O Discurso do Método em sua segunda parte como instrumento para busca da verdade acerca do conhecimento por meio de suas regras básicas e fundamentais.Item O CONCEITO DE SUBSTÂNCIA EMARISTÓTELES, DESCARTES E ESPINOSA(2014) WAGNER FRANCISCO DE SOUSA CARVALHOEste Trabalho de Conclusão tem por objetivo apresentar o pensamento de Aristóteles, Descartes e Espinosa a cerca da substância. Demonstramos, ainda, que o referido conceito se manifesta em contextos históricos diversificados gerando, também, diferentes reflexões. Em Aristóteles, a substância se apresenta como aquilo que se opõe a tudo o que é ornamental, artificial. Ela pode ser identificada como o ser propriamente dito, dotado de identidade singular e identificada como a causa primeira. Em Descartes, a substância se apresenta como uma dimensão essencial do homem. Ele a divide em duas: res cogitans e res extensa e identifica, nelas, o pensamento e a matéria. Baruch de Espinosa, o terceiro filósofo que abordamos, ensina que a substância é o próprio Deus que em sua ilimitação manifesta na natureza finita a sua infinitude. O pensamento e a matéria, em Descartes, se apresentam como duas substâncias, em Espinosa, atributos e modos manifestam a grandeza de uma única substância. Não é, portanto, estranho de se notar a necessidade de um princípio primeiro como base constituinte de algo. A causa primeira de todas as coisas remete a um fundamento por excelência que, seguindo as reflexões que foram feitas levam a Deus. A este, Aristóteles, chamou de Motor Imóvel, Descartes de ser perfeito e, Espinosa, de substância única. Concluímos recordando que a pergunta pelo princípio primeiro das coisas não se encontra entre aquelas que são articuladas pelo homem do nosso tempo. Na realidade, os homens da atualidade se contentam com o que fenômenicamente se apresenta, com o que aparece, com o que é mostrado. Vem justamente desta situação, o imperioso desejo de retomar a substância como princípio primeiro. Os tempos modernos estão a demonstrar que quando se enfraquece a vontade de ir além da manifestação das coisas a razão se fragiliza, se deixa instrumentalizar. Toma-se atual o pedido, feito aos filósofos pelo Papa João Paulo II, de buscar fazer a razão passar do fenômeno para o fundamento (Fides et Razio, 83) e, neste último se encontra, justamente, a substância como causa de si e que existe independente de qualquer outra coisa.