Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia
URI permanente para esta coleçãohttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/12
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Resultados da Pesquisa
Item A LIBERDADE NA FORMAÇÃO DO INDIVÍDUO NA OBRA O EXISTENCIALISMO É UMHUMANISMO DE JEAN-PAUL SARTRE(2016) FRANCISCO CAFÉ DA SILVAEsta pesquisa tem como objetivo analisar a liberdade na formação do indivíduo, tendo por base a obra O Existencialismo é um Humanismo de Jean-Paul Sartre. A liberdade contribui para a fonnação do homem, a partir desse conjunto de escolhas que ele realiza no seu percurso formativo dentro dessa subjetividade que ele é, escolhendo ser aquilo que é e quer ser e, como realizar. Mas dentro de urna liberdade que é sua condição de escolha que faz parte da capacidade humana. É exercendo sua liberdade que o homem toma as decisões no decorrer de sua vida, projetando-se para um futuro planejado e quando ele deseja ser, ele constrói-se sendo aquilo que ele é. Livre! Também exercendo a responsabilidade por suas ações livres, sem negar a presença do outro com quem divide a liberdade, sendo ele o senhor de suas ações, pois não pode culpar o outro pelo sentimento de angústia que tem com sua liberdade.Item A RELAÇÃO ENTRE FÉ E RAZÃO NA BUSCA PELA VERDADE A PARTffi DA OBRA SER FINITO E SER ETERNO DE EDITH STEIN(2020) EDMUNDO ARAÚJO DA SILVAA presente pesquisa bibliográfica tem por objetivo compreender o diálogo entre fé e razão na busca pela verdade a partir do pensamento da filósofa alemã Edith Stein (1891-1942). A busca pela verdade sempre foi a principal inquietação na vida de Edith Stein, para ela encontrar a verdade significa encontrar o próprio sentido do ser no mundo e a resposta para todas as dúvidas que o circundam. Todavia, para encontrar a verdade, segundo Edith Stein, é preciso estabelecer uma relação entre fé e razão, pois, a fé se toma necessária ao oferecer aquilo que a razão por si não poderia alcançar devido aos seus próprios limites. A relação entre fé e razão em Edith se dá a partir da confrontação estabelecida por ela entre filosofia moderna e filosofia medieval, fundamentada pelo pensamento de Edmund Husserl e santo Tomás de Aquino, que está grafada de forma sistemática na obra Serfinito e ser eterno. Por fim, esta pesquisa apresenta como itinerário: a coerência entre vida e obra de Edith Stein; a exposição da investigação do sentido do ser como ponto de partida em busca da verdade; a fé como instrumento guia da razão para se buscar a verdade.Item A CENTRALIDADE DA VIDA NA BIOLOGIA FILOSÓFICA JONASIANA(2020) SÁVIO DANIEL OLIVEIRA BARROSO presente trabalho analisa a partir da Filosofia da Biologia de Hans Jonas a construção ontológica do Ser integral em detrimento ao postulado dualista cartesiano da modernidade. Jonas analisa os efeitos que a doutrina do cogito de Descartes implicou na relação Ser e natureza e critica sua construção por seu isolamento racional em detrimento do cosmos. Com Bacon e Kant tal pensamento foi levado às últimas consequências culminando no reflexo contemporâneo da relação homem-natureza. A partir de uma releitura do Darwinismo, Jonas busca recuperar a teleologia da natureza e mostrar que desde o inicio matéria e espírito já se encontram unidos no metabolismo, podendo evoluir das formas mais simples as mais complexas. Com o monismo integral Jonas busca recuperar a unidade do cosmos ao mesmo tempo que fundamenta a ética futura.Item A PLENITUDE DO SER DE DEUS NA OBRA O ENTE E A ESSÊNCIA DE TOMÁS DE AQUINO(2015) VANDERLAN DA SILVA FÉLIX DE LIMAPropõe-se neste estudo, uma leitura e descrição crítica do pensamento de Santo Tomás de Aquino, sobre a plenitude e a perfeição do ser de Deus. Destacam-se aqui, suas ideias principais sobre este assunto contidas no seu opúsculo o ente e a essência. A linha de direcionamento deste trabalho reside no pensamento tomista, desde a sua inspiração e embasamento em Aristóteles, observando a estrutura basilar da filosofia aristotélica, reconhecendo-a como a filosofia da verdade, passando para a sua formulação da hierarquização do ser onde os entes participam em diferentes graus e níveis do ser de Deus, só, chegando assim a sua descoberta genial da perfeição deste Ser que em última análise é o próprio Deus, reconhecendo que Nele a essência e a existência se identificam nos entes não. Evidenciaremos também outros pensadores que se fundamentaram na filosofia tomista para entenderem e explicarem a perfeição do ser absoluto e sua plenitude, sua simplicidade e outros atributos inerentes a ele.Item A QUESTÃO DO QUE É O HOMEM PARA ALÉM DA ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA(2023) MATEUS VIEIRA DA SILVANo presente trabalho monográfico, propomo-nos analisar a crítica do filósofo alemão Martin Heidegger acerca da antropologia filosófica clássica em sua pergunta pelo “o que é o homem?”. Refletir-se-á, fundamentando-se em parte de sua obra Ser e Tempo, a nova forma de investigar o homem, evidenciando-se algumas divergências da concepção antropológica clássica. O filósofo ressalta um “esquecimento” por parte da filosofia no concernente à pergunta pelo Ser e propõe uma passagem da antropologia filosófica para a ontologia, com o fito de promover a pergunta pelo sentido do Ser, através do qual se poderá encontrar as possiblidades da existência do Dasein, o ser-aí. O Dasein é o próprio homem, o ente singular que se diverge dos outros entes não-humanos e pelo qual somente a ele se pode dirigir a pergunta pelo Ser. Heidegger não tenta definir o homem, pois isso seria limitá-lo em sua própria natureza, como sugeriram os clássicos. Sua proposta é revelar as possibilidades de sua existência, utilizando-se do método fenomenológico, que segundo ele, é o método mais viável para se realizar tal investigação. Entre as possibilidades de existência do homem, evidencia-se a existência autêntica e a existência inautêntica, abordadas pelo autor. A existência inautêntica se dá pela negação da finitude do homem, enquanto que a existência autêntica consiste na aceitação dessa condição. O homem passa pela experiência da angústia, dá sentido a sua existência, mas reconhece-se como um ser para a morte.