A CONCEPÇÃO DE FELICIDADE EM AGOSTINHO DE HIPONA
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Data
2020
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Resumo
O presente trabalho monográfico traz uma reflexão sistemática a respeito da felicidade, segundo Agostinho de Hipona. Ele diante de suas inquietações, procura um preenchimento para sua vida, nisso, a obra base intitulada vida feliz, o Bispo convida alguns amigos para a festividade de seu 32° aniversário, o filósofo apresenta uma análise a respeito da temática para se chegar até a vida feliz. Felicidade essa, que já foi discutia pelos primeiros filósofos da Grécia antiga, a saber: Sócrates, Platão, Aristóteles, Cícero, etc. Para o homem alcançar a vida feliz, é necessário trilha um caminho de busca constante da verdade, por certo, o próprio Agostinho passou por vários caminhos que tinham suas ideias próprias, mas ele não se encontrava em nenhum desses caminhos, assim, o Mestre da interioridade só encontra um caminho, quando se depara com os sermões do Bispo Ambrósio, e se adentra para a fé cristã. Bem como, Agostinho destaca que para o homem ter uma vida sadia, necessita alimentar o corpo e a alma, e sua alma deve buscar o equilíbrio para reger o corpo. Todavia, a alma só encontra a plena felicidade no perfeito encontro com Deus, que é a felicidade, mas, o homem pode ser feliz aqui, porém é uma felicidade passageira, alicerçada em bens frágeis, ao contrário, aquilo que é duradouro, é a felicidade com a Trindade Santa.
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Palavras-chave
Inquietações, Felicidade, Caminhos, Alma, Corpo, Deus