A MÚSICA COMO ARTE MAGNA E QUIETIVO DOS SOFRIMENTOS DO MUNDO NA FILOSOFIA DE ARTHUR SCHOPENHAUER
Data
2018
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Resumo
Nosso trabalho de pesquisa faz uma leitura da música à luz da filosofia de Arthur Schopenhauer,
entendendo-a como arte magna e quietivo dos sofrimentos do mundo. Nos voltamos para sua obra
magna, o Mundo como Vontade e representação, trazendo os principais conceitos de sua filosofia,
auxiliados por outras pesquisas na área da temática aqui abordada. Para Schopenhauer o mundo é
Vontade e representação - duas faces de um mesmo mundo. A Vontade é o substrato do mundo,
enquanto o mundo como representação é o mundo fenomênico. Esse mundo apresenta uma estrutura
pendular que oscila entre dor e tédio. A música surge como um quietivo que essa estrutura pendular
gera. Desse modo, proporemos um grau de hierarquia das artes e como cada manifestação é entendida.
Por fim abordaremos a música, fazendo uma relação com a estrutura do mundo representativo,
culminando com uma análise da Nona Sinfonia de Beethoven. Essa obra nos permitirá uma analogia
com a estrutura do mundo, nos permitindo alcançar como a música nessa filosofia é considerada arte
magna e quietivo dos sofrimentos do mundo.
Descrição
Palavras-chave
Schopenhuaer, Música, Arte.