Trabalhos de Conclusão de Curso - Monografia

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    A CONCEPÇÃO DE DEUS SEGUNDO DESCARTES
    (2014) JOSÉ FRANCISCO DE SOUSA
    Este ensaio se propõe em analisar as três provas da existência de Deus, duas a posteriori e uma a priori. A ideia de Deus nas Meditações cartesiana assume o ápice de seu pensamento. Descartes desenvolve um método para chegar à prova da existência de Deus, que ficou conhecido como método cartesiano. A ideia de Deus é uma ideia inata. Tal ideia é obtida por exclusão das outras possíveis. Não pode ser adventícia, que se apresentam involuntariamente à mente; a mesma exigiu uma escolha voluntaria; ela não pode ser factícia (empírica), a partir do momento em que o conteúdo dela se impõe à mente sem que seja factícia, que são obras do livre arbítrio do sujeito pensante. A ideia de Deus tem um fato peculiar: é inata porque é próprio da natureza do eu que tem a ideia de Deus. Assim posso dizer que a minha natureza é a ideia de Deus, enquanto trago a imagem dele. Essa é a tese mais importante, da imagem de Deus trazida por Descartes, a criatura manifesta sua origem divina por alguma semelhança com o criador. A finitude só é inteligível por comparação com a infinitude, se me conheço como finito, é porque me comparo às perfeições que não possuo, mas das duas tenho a ideia. A análise da ideia de Deus, de um lado, confirma a precedência do conhecimento claro e distinto do infinito sobre o finito, e, do outro, encontro a ideia da absoluta perfeição por análise da natureza finita.
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    O CONHECIMENTO EM KANT A PARTIR DE SUA TEORIA DO A PRIORI FORMAL NA ANALÍTICA TRANSCENDENTAL
    (2015) JEANE SILVA SANTOS
    Kant sistematiza a compreensão do a priori normal formal na sua obra crítica da razão pura. O conceito de a priori, sempre foi tema de pesquisa para Kant. Kant foi o primeiro a direcionar a filosofia para a elaboração crítica da razão, fazendo anteceder a todo discurso ontológico, um discurso epistemológico. A filosofia a partir de Kant, torna-se um discurso transcendental que examina as condições de possibilidade. Essas condições não vêm da experiência, por isso são a priori, pois é presumido na experiência de qualquer objeto. Kant rejeita a metafísica tradicional, levando a metafísica a uma crítica, o tema fundamental do kantismo. Acontece, a chamada "reviravolta copernicana", que muda a perspectiva objetivista da filosofia para subjetivista. O intuito de Kant, era, conduzir a metafísica a uma via segura, garantindo um conhecimento indubitável no campo da filosofia. Kant sintetiza o pensamento racionalista e empírico, surge os juízos sintéticos a priori, que poderia garantir um conhecimento cientifico e válido. Kant coloca a razão em um tribunal, na busca de juízos que coloca-se a metafísica em uma estrada segura, primeiramente Kant faz uma análise da sensibilidade descobre as formas da sensibilidade: espaço e tempo. Em seguida Kant investiga o intelecto para encontrar as formas do entendimento: categorias. O criticismo de Kant permite chegar à conclusão de que o conhecimento é produto de uma faculdade