Licenciatura em Filosofia
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/11
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Item A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO DE ROUSSEAU EM O EMÍLIO E SUAS IMPLICAÇÕES HOJE(2010) MARCOS ROBERTO VIEIRAOs grandes temas desenvolvidos ao longo da obra O Emílio como a liberdade, a moralidade, a sensibilidade etc. afirmam sua visão de Rousseau acerca do homem. A visão de educação que Rousseau defende é a educação negativa, ou seja, não ensinamento da virtude e a preservação dos vícios. A sua pedagogia, embora de contexto iluminista, influenciou as pedagogias do final do século XIX, as chamadas pedagogias não diretivas e também o movimento da escola nova.Item ORIGEM DO PODER POLITICO EM THOMAS HOBBES(2011) FRANCISCO DOS SANTOS SOUSAO Presente trabalho visa elucidar a origem e finalidade do poder político para a sociedade. Baseando-se no pensamento político de Thomas Hobbes, buscaremos uma compreensão precisa acerca do tema. Para ele, uma sociedade sem leis, ou governo, é uma sociedade caótica, ou seja, predomina nela a miséria. Por isso é que ele enfatiza que é impossível viver no estado natural. Na obra o Leviatã ele elucida de maneira formidável a Origem do Poder Político. Sua contribuição é no sentido de repensar o verdadeiro papel do político na sociedade. Hobbes aborda esta temática tão significativa para o seu tempo, levando em conta a sua época, dando soluções para resolução dos graves problemas que afetavam sua época.Item UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE(2011) ANTÔNIO ISMAEL DE HOLANDAEste trabalho tem por objetivo esclarecer o conceito de consentimento apresentado pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) em sua obra Segundo Tratado Social (1690). John Locke acredita que para usar a liberdade a fim de consentir, o homem precisa, primeiramente, ter acesso ao conhecimento, o qual só é possível através da experiência, a qual leva o homem a conhecer a lei natural que é a vontade de Deus. Partindo desse conhecimento, o homem obedece ao seu Criador, por isso, sai do Estado de Natureza para, através do consentimento livre, formar a sociedade, o governo e as leis, tendo em vista a preservação dos direitos naturais, sobretudo a liberdade. Portanto, o consentimento é considerado por Locke como elemento fundante da sociedade e garantia da liberdade.Item O VALOR DO OUTRO NA FILOSOFIA DE EMMANUEL LÉVINAS A PARTIR DA OBRA "ENTRE NÓS: ENSAIO SOBRE A ALTERIDADE".(2011) JOSÉ AIRTON MENDES LEITÃOTodo o pensamento de Emmanuel Lévinas parte da sua . decepção com· a -filosofia ocidental pela justificação da violência e pela instrumentalização da razão que possibilitou os horrores conhecidos de seu século. Ele rompe com o circulo egoísta de uma filosofia que vem desde Parmênides até Heidegger e propõe um novo paradigma para a investigação filosófica - o questionamento ético, a intersubjetividade, o relacionamento do eu com outrem, o des-inter-essamento. Ele rompe com toda espécie de egoísmo, totalização e individualismo (inter-essamento), e sustenta a excelência da a/feridade e, em consequência, da ética. Toda a sua obra está envolvida pela responsabilidade do eu frente o rosto.Item O DESESPERO EM KIERKEGAARD(2011) FRANCISCO BERTO DE CARVALHOEste trabalho tem por objetivo expor a concepção de desespero apresentado pelo filósofo dinamarquês Soeren Aabye Kierkegaard (1813- 1855) em sua obra O desespero humano (1849). O desespero é a "doença mortal", porque é a enfermidade do homem, do eu, que é espírito e, é universal, porque é inerente à personalidade humana. Diante disso, Kierkegaard examina o desejo do homem de entender Deus e analisa a luta humana para eliminar o desespero através da imortalidade da alma. Ao mapear a existência humana em três estágios: o estético, o ético e o religioso, ele mostra que a conquista da fé, que se dá no terceiro estágio, está relacionada com a imortalização "a partir'' da vida mortal. Portanto, o desespero é um existencial e é impossível o ser humano não passar por ele.Item A FUNDAMENTAÇÃO DA IDEIA DE DESIGNADOR RÍGIDO PELA TEORIA DOS MUNDOS POSSÍVEIS DE SAUL KRIPKE(2012) KÁSSIO JOSÉ DELMIRO DE MORAISEste trabalho tem como objetivo expor a lógica filosófica de Saul Kripke, apresentar a sua tese sobre rigidez dos termos a propósito da referência. Dentro do pensamento kripkiano sobre o referência! semântico, pretende-se levantar a dúvida sobre a ligação dos termos (intenção) à sentença (extensão), colocando a sua teoria como a mais correta possível. É através da sua teoria dos mundos possíveis que Kripke diferencia-se dos demais pensadores, por mostrar que ela dá a abertura para um estudo universalizante dos termos. Para efeito de conclusão, apresentam-se como valores semânticos dos nomes o próprio referencial.Item A VERDADE NA OBRA "VERDADE E CONHECIMENTO" DE SANTO TOMÁS DE AQUINO(2012) ISAÍAS GALDINO FERREIRAEste trabalho apresenta uma discussão acerca da verdade na filosofia focando o filósofo - teólogo Tomás de Aquino. A verdade, como o objeto mais almejado na reflexão filosófica é, desde os gregos até os tempos hodiernos, o motivo da existência de várias vias para se chegar a mesma. É uma busca pelo conhecimento verdadeiro que perpassa os séculos. Os filósofos da antiga Grécia faziam deduções acerca de uma verdade universal com princípios de caráter naturalista. Séculos depois, a filosofia se vê em um paralelo com o cristianismo, o que remete ao período medieval, sobretudo ao filósofo Tomás de Aquino onde a verdade é definida no plano intelectual humano e no divino. Vê-se na relação entre fé e razão, o principio causador de todas as coisas dando lugar a um ser supremo criador de todas as coisas. A filosofia culmina então na época contemporânea, com as novas correntes filosóficas e o avanço da ciência empírica, ambas reivindicando um conhecimento verdadeiro. Os neotomistas dialogam com as correntes pósmodernas explicitando os aspectos em que são marcadas pela influência tomista.Item COMO A DÚVIDA CARTESIANA NOS CONDUZ AO CONHECIMENTO CERTO DO MUNDO EXTERIOR.(2012) JOÃO PAULO LEITE ROCHAEssa monografia se situa no contexto das respostas filosóficas ao desafio cético e mostra como Descartes responde a tal desafio. Para tanto percorre os três primeiros capítulos da obra Meditações Metafísicas através dos quais pretendemos mostrar como, em primeiro lugar, Descartes assume a própria dúvida cética e a leva às últimas consequências. Em seguida mostramos como, partindo da própria dúvida, o pensamento se eleva a primeira certeza indubitável que é o conhecimento da existência do eu pensante, mas corre o risco de isolar-se em si mesmo, ou seja, o Eu se sabe como existente, mas continua sem saber nada do mundo exterior. Finalmente, podemos mostrar, seguindo Descartes, que a saída do isolamento está no voltar-se sobre si mesmo do Eu que encontra em seu interior a ideia de perfeição que conduz à certeza indubitável da existência de Deus e, consequentemente, à certeza sobre o mundo exterior, a saber, que é indubitável e certo que existe um mundo fora de nós e que podemos conhecer as coisas que compõem este mundo. Cada um desses momentos constitui um capítulo da monografia, de tal modo que o nosso estudo se apresentará em três capítulos, no primeiro trataremos das coisas dubitáveis e mostramos os motivos pelos quais o filósofo põe em dúvida todas as coisas; no segundo abordaremos o eu pensante como uma realidade indubitável, ou seja, que se pode duvidar de todas as coisas menos da própria existência do ser que duvida. No terceiro e último capítulo concluímos com a indubitabilidade da existência de Deus o qual é, por sua própria natureza, garantia da possibilidade de conhecermos o mundo exterior. Podemos chegar a esta compreensão da existência de Deus porque somos imperfeitos, mas temos dentro de nós a ideia de perfeição. Ora, eu sendo imperfeito não posso assim, me remeter ao perfeito, mas sendo este Deus perfeito, ele não permitirá que eu caia no erro da existência das coisas.Item O MODELO DE ESTADO NA CONCEPÇÃO DE PLATÃO(2012) SIDNEY RIBEIRO DE FARIASO objetivo deste trabalho é examinar sobre o modelo de Estado na concepção de Platão, considerando as suas relevantes argumentações na sua obra A REPÚBLICA sobre, a construção de um Estado perfeito, organizado, edificado sob a ideia da verdadeira justiça. Este trabalho discorre-se em três momentos. Primeiro analisa-se a questão da educação grega, o homem como um ser político e como um ser virtuoso e, apresentando uma relação entre política e justiça, em seguida mostra-se o modelo de estado para Platão, às distintas formas de governos e a formação dos guardiões e sobre o rei filósofo. Por fim, proporciona algumas ideias para a atualização do pensamento de Platão, a partirdos neoplatônicos devido eles terem dado uma retomada a sua filosofia.Item UMA NOVA EDUCAÇÃO PARA UMA NOVA SOCIEDADE: UM ESTUDO DA OBRA "PEDAGOGIA DO OPRIMIDO" DE PAULO FREIRE E "SOCIEDADE SEM , ESCOLAS" DE IVAN ILLICH.(2012) JOÃO DE DEUS SOUSAA influência da educação na sociedade é um dos temas mais questionados em nossos dias, ao ponto de alguns autores como Paulo Freire e Ivan lllich lançarem diversas críticas ao sistema escolar e à própria educação, propondo caminhos diferentes de como utilizar da melhor maneira esse instrumento eficaz para cada dia construir uma sociedade justa, fraterna e embasada no diálogo e no convívio cultivando o respeito mútuo. Esta pesquisa, precedida pelos pressupostos políticofilosóficos que se fazem presente nas tendências redentora, reprodutora e transformadora da sociedade, tem por objetivo principal, mostrar o pensamento de Paulo Freire e Ivan lllich, que apesar de criticarem a educação tradicional e formal, propõem caminhos diferentes para a produção de uma educação libertadora. Nessa perspectiva, este estudo foi fundamentado nas obras: "Pedagogia do Oprimido" (1987) de Paulo Freire e "Sociedade sem escolas" (1973) de Ivan lllich, percebendo nelas, influências para construção de uma educação libertadora; caracterizar a proximidade entre o pensamento dos referidos autores, sobre a educação para a formação e libertação da pessoa; demonstrar as razões que levaram Paulo Freire e Ivan lllich a proporem uma nova educação para uma nova sociedade; identificar a contribuição dos seus métodos na construção de uma educação libertária e a proposta de uma nova educação para uma nova sociedade. Após esta pesquisa, pôde-se tirar a conclusão de que a educação é a base fundamental na vida das pessoas e, que por meio dela pode-se chegar a uma sociedade cada vez melhor. Desde que a mesma esteja voltada para a formação da pessoa, em que o foco central seja o aprendizado em si, e não a usualidade desse aprendizado limitando-o ao campo do trabalho, ou favorecendo o domínio de poucos sobre a sociedade.Item O PRIMEIRO MOTOR NO LIVRO XII DA METAFÍSI.CA DE ARISTÓTELES(2012) WILSON BARBOSA DE SOUSAEste trabalho tem como objetivo expor a filosofia, de maneira especial, a metafísica aristotélica. Apresentar do ponto de vista metafisifico-filosófico a concepção do "primeiro Motor Imóvel". Tendo-o por base para fundamentar a possível existência de Deus. Aristóteles oferece, assim, uma das primeiras demonstrações racionais da existência de Deus construindo o argumento de que toda forma de movimento explica-se com um princípio motor. E este é justamente Deus, que é vida pura, vida de inteligência que pensa a si mesma. Deus é suma beleza, sumo bem. Como prosseguimento do pensamento aristotélico, trata-se ainda da questão chave das cinco vias para provar a existência de Deus segundo Tomás de Aquino.Item A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA PARA A LIBERDADE, EM ROUSSEAU, NA OBRA EMÍLIO(2012) MAURO SÉRGIO CARVALHO E SILVAConstruir a partir da educação natural de Rousseau, elencando e relacionando as obras do filósofo principalmente Emílio ou da Educação como contraponto de análise para a educação infantil atual é tarefa a ser apresentada. Mostrar os aspectos sociais, político que a sociedade do século XVII e XVIII apresentava e a fundamentação educativa que Rousseau apresentou, como sendo uma nova maneira de pensar a criança e sua infância, não mais como sendo um "adulto em miniatura", mas sim deixando de forma natural desenvolver seu processo educativo, mas com acompanhamento e regramento do adulto. E para finalizar apresento um contraponto entre a realidade da educação infantil atual e a possibilidade de aprofundamentos, principalmente no pensamento pedagógico de Rousseau para o contexto atual.Item OS JOGOS DE LINGUAGEM DAS INVESTIGAÇÕES FILOSÓFICAS DE WITTGENSTEIN(2012) CLEONILSON OLIVEIRA ALVESO objetivo deste trabalho é discorrer sobre os jogos de linguagem nas Investigações filosóficas de Wittgenstein. Considerando que os jogos de linguagem formam o núcleo central desta obra, faz-se mister elucidar que os jogos linguísticos caracterizam-se pelo rompimento com toda uma tradição filosófica. Este trabalho desenvolve-se em três distintos momentos. Primeiro analisa-se a primeira filosofia de Wittgenstein e suas teses, já que sua segunda filosofia caracteriza-se pelo rompimento com o método especulativo da primeira; em seguida mostrar-se o conceito de jogos de linguagem nas Investigações e demonstrar-se as principais teses que foram alvos de ataque dos jogos de linguagem. Por fim, analisa a questão dos Direitos Humanos Universais nos jogos de linguagem, isso considerando que nas Investigações filosóficas o filósofo desconsidera a concepção de uma linguagem universal.Item O MATERIALISMO HISTÓRICO DE KARL MARX(2013) FERNANDES DA ROCHA BATISTAEste trabalho de pesquisa foi desenvolvido com baseem leituras de Karl Marx e Friedrich Engels e outros filósofos. Isso por tratar-se de uma introdução a uma análise da sociedade atual, enumerando alguns pontos críticos da constituição das ações excludentes do capitalismo financeiro a partir das suas ideologias e práticas fundamentadas em princípios reais. Outro aspecto importante lembrado neste trabalho é quanto à valorização do individuo e, na formação da consciência crítica de cada homem para a transformação social e, consequentemente sua libertação da alienação dos meios de produção e de qualquer outra forma de opressão. Lembrando a importância da ação para a libertação da opressão para alcançar a sociedade sem classe e sem opressão. Talvez, a nova sociedade - a sociedade comunista, que era o ideal de Karl Marx, não tenha se realizado justamente por desprezar os princípios transcendentais moral, religioso e metafísico e fixar-se unicamente no seu materialismo histórico que de certa forma favoreceu o estabelecimento do capitalismo. Mesmo com as constantes lutas pelas transformações dos meios de tratamento que são submetidos os trabalhadores assalariados, ainda não foram superados até hoje as mais diversas formas abusivas de sobreposição das classes dominantes em relação à classe operária.Item OS LIMITES DA LIBERDADE ABSOLUTA EM SARTRE(2013) JOSÉ FELIPE DO NASCIMENTO NETOO que faz de cada homem um ser único é o conjunto de escolhas que ele tem e realiza, sendo que, essa escolha parte da capacidade humana e vontade de ser livre. É exercendo o livre-arbítrio que o homem toma decisões no decorrer de sua vida, projetando-se para o futuro, define profissão, muda de ambiente quando deseja, enfim, se constrói. Sartre é considerado um dos principais pensadores do mundo atual e a principal obra de sua temática é a dualidade, que se infiltra no comportamento humano, entre a realidade e a sociedade, pois o homem vive entre a vontade de se libertar da sociedade, fugir às regras, às repressões, libertar-se de si mesmo. Pois a liberdade é que possibilita a concretização daquilo que se quer ser, formulando novas dimensões do que acredita ser verdade e imutável. Não se deixa convencer pelo pré-determinado, mas busca a verdade, desvelando o que muitas vezes ninguém enxerga, sem medo de confrontar o poder de mudar. Portanto Sartre apresenta uma forma de liberdade absoluta que proporciona ao homem independência de sua condição de ser livre.Item A EDUCAÇÃO NA INFÂNCIA SEGUNDO J. J. ROUSSEAU NA OBRA O EMÍLIO OU DA EDUCAÇÃO(2013) LUIZ CARLOS BRITO ARAGÃO FILHOEsta monografia tem como objetivo analisar a importância da educação na fase inicial do individuo de acordo com a visão de Rousseau e sua proposta de educação natural, ou seja, buscar na educação natural a forma de ser plenamente realizado algumas abordagens feitas nesse trabalho são destacadas como: a educação natural e essa educação hodiernamente. A busca pela conservação da natureza do individuo, a não propagação do adulto sobre a sociedade como forma de conduzir a criança a um pré-conceito se tornam chaves para a compreensão da educação negativa, do qual Rousseau propõe na obra O Emílio ou da Educação. Partes significantes de textos desta obra pedagógica são apontadas com a finalidade de acentuar o entendimento de Rousseau sobre a educação e a infância.Item A TEORIA POLÍTICA DE MAQUIAVEL NA OBRA O PRÍNCIPE(2013) ANGELO JOSE DE NEGREIROS NETOA teoria política de Nicolau Maquiavel representa um marco para a Política e para o desenvolvimento da Ciência Política. A partir da análise dos fatos históricos e da situação crítica do seu tempo, ele abandona a tradição política existente em sua época, arraigada na concepção idealista grega e cristã. Ele desenvolve um novo modo de executar a política autônoma em relação à Religião e à Ética. Dois elementos característicos de sua teoria política são essenciais ao bom governante: a virtú, habilidade mundana de lidar com os contratempos políticos, e a fortuna, momento oportuno que o destino proporciona. O bom governante será aquele que conseguir manter-se no poder e controlá-lo. A teoria política de Maquiavel permanece polêmica e atual porque na problemática levantada por ele ainda subsiste o dilema entre Ética e Política.Item A ORIGEM DO PODER POLÍTICO EM THOMAS HOBBES, NA SEGUNDA PARTE DO LEVIATÃ.(2013) JOSÉ WASHINGTON BARROS MESQUITASegundo Tornas Hobbes, o homem vivia em seu estado de natureza, podendo matar ou ser morto a qualquer instante, pois não havia quem os protegesse uns dos outros; diante deste estado de guerra é que surge o estado civil, que terá a frente um soberano detentor do poder político, é ai que nasce o poder político. Diante da importância do poder político apresentado por Hobbes, vê-se no sistema político brasileiro o oposto, que é o repúdio e a decepção com a política como um todo.Item ESTADO DE NATUREZA COMO ESTADO DE GUERRA EM THOMAS HOBBES: UMA VISÃO PESSIMISTA ACERCA DO HOMEM(2013) AKYCIEL DOS SANTOS FARIASO estado de natureza como estado de guerra na filosofia política de Thomas Hobbes compreende o objeto de estudo deste trabalho. O estudo deste tema se faz importante por se tratar do fundamento teórico da existência do Estado civil, na concepção de Hobbes, considerado o fundador do pensamento político moderno. Assim, entender os princípios fundadores do Estado civil se faz necessário para aqueles que desejam adentrar em toda a filosofia política de Thomas Hobbes, bem como nas concepções opostas. A temática em questão trata da sociabilidade do homem, da sua capacidade de conviver com seus semelhantes e formar uma comunidade, o que na visão de Hobbes não constitui uma propriedade inata do ser humano. O estudo proposto neste trabalho visa esclarecer a concepção hobbesiana da condição humana fora do poder do Estado civil e relacionar seu pensamento às demais concepções contractualistas: as de Locke e Rousseau. Para a execução deste trabalho, foi utilizada, basicamente, a metodologia de revisão bibliográfica e consulta às fontes existentes em meio eletrônico, como revistas filosóficas on line, etc. Apesar de ser considerado por muitos como pessimista, Hobbes constitui o grupo dos filósofos que marcaram profundamente o nascimento da modernidade. Para entender a finalidade do Estado, devem-se entender primeiro as causas que o levaram a existir, sendo, na visão de Hobbes, o estado de natureza a causa fundamental de tal existência.Item O PROBLEMA DA LEGITIMAÇÃO DE NORMAS MORAIS EM JÜRGEN HABERMAS(2013) THIAGO SILVA RODRIGUESO presente trabalho tem como objetivo apresentar a resposta habermasiana ao problema da validade das normas morais. Habermas dialoga com as três respostas mais significativa a este problema: a de Aristóteles, a de Kant e a das abordagens não-cognitivas. Contudo, essas respostas apresentam limites: a resposta aristotélica não consegue explicar o caráter obrigatório das·normas morais; a resposta kantiana, apesar de propor uma abordagem cognitivista, fica presa ao paradigma da filosofia da consciência; e, por último, as abordagens não-cognitivas não conseguem justificar o sentido deontológico das normas morais. Por isso, Habermas propõe uma nova resposta ao problema da validade das normas morais. Essa nova resposta será construída dentro de um novo marco teórico: o paradigma da filosofia da linguagem. A partir da descoberta da linguagem como médium intransponível de todo sentido e validade, Habermas irá mostrar que a validade das normas não dependerá mais da vontade individual do sujeito, mas depende, agora, do consentimento de todos os envolvidos em um discurso prático-moral.