Licenciatura em Filosofia
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/11
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Item A "PEQUENA ÉTICA" EM PAUL RICOEUR: Visar a "vida boa" com e para o outro em instituições justas(2017) BERNARDO AFONSO VIEIRA NETOEste trabalho monográfico tem como objetivo pensar a Ética contemporânea a partir do filósofo Paul Ricoeur, na obra O si-mesmo como um outro (1991), especialmente nos estudos: sétimo, oitavo e nono. Tendo em vista que neles encontram-se a elaboração mais sistemática e completa da ética de Ricoeur, que ele denomina "Pequena Ética". Encontramos na "pequena ética" de Ricoeur um paradigma que nos ajuda a pensar o hoje, pois sua proposta é de uma ética regional aplicada a vida singular do ser humano. Nesse aspecto, o intuito desta pesquisa é fazer uma reflexão, para sobretudo saber se há ou se é possível a sua aplicabilidade na vida singular de cada indivíduo na contemporaneidade. Ricoeur pretende contribuir para a melhor compreensão do agir humano e dos aspectos em que se desenvolve a ética, expondo de forma clara como se apresenta a "perspectiva ética", isto é, a perspectiva duma vida boa com e para o outro em instituições justas. Com esse intuito organizamos o nosso trabalho em três capítulos. No primeiro discutiremos em que consiste a Vida Boa para Ricoeur, especificando as duas dimensões fundamentais deste conceito, são eles: A vida boa com e a Vida boa para o outro. Em seguida apresentaremos o conceito de Instituições justas, tendo como intenção mostrar a importância desta ideia para Ricouer. O segundo capítulo mostraremos a phronesis como sabedoria prática e o terceiro, uma observação hermenêutica da relação médico e paciente na deliberação da vida boa.Item A AMIZADE COMO CAMINHO PARA A FELICIDADE NA OBRA "ÉTICA A NICÔMACO" DE ARISTÓTELES(2019) RAFAEL MOURA LIMAO presente estudo discute sobre a amizade como caminho para a felicidade. Encontra-se baseado na obra Ética a Nicômaco de Aristóteles. A partir de então, evidenciou-se, esclarecimentos no que diz respeito à relevância da temática, considerando ações do homem buscando o caminho da felicidade. Nessa perspectiva, propõe-se como objetivo geral: apresentar a concepção aristotélica de amizade e identificar em qual dos três tipos mencionados de amizade se pode chegar à felicidade. Seguido pelos pontos específicos: I) descrever a amizade a partir do conceito de Aristóteles na obra "Ética a Nicômaco"; II) compreender os caminhos que nos levam a felicidade; II) averiguar as diferenças presentes entre os termos amizade e amor. A escolha pela temática veio por meio da curiosidade em entender, diante de fontes bibliográficas, a importância da amizade para viver em comunidade. Assim partiu-se a seguinte problemática: De que forma a amizade pode conduzir um indivíduo para a felicidade, tendo em vista que o ser humano é induzido a manter uma constante relação com o outro? O ponto de partida da pesquisa ocorre a partir de análises de publicações que estão baseadas na obra "Ética a Nicômaco" de Aristóteles. Por meio da pesquisa, pode-se perceber que a amizade é o reflexo da felicidade, pois quando a amizade é verdadeira o indivíduo adquire, além da confiança, a felicidade de poder contar e ter um amigo. Assim, urge uma reflexão sobre as bases para percurso a ser realizado em busca da consolidação da amizade.Item A AMIZADE EM ARISTÓTELES: A AMIZADE VIRTUOSA COMO CONDIÇÃO PARA A COMUNIDADE(2017) JOSÉ IRAN DE FREITAS DE ARAÚJOA presente monografia tem como proposito apresentar a compreensão de Aristóteles a respeito da amizade, averiguando o entendimento da amizade virtuosa para se verificar que essa virtude pode conduzir as pessoas para uma vida boa na comunidade. Tendo em vista que o estudo realizado teve como base os livros VIII e IX da obra Ética a Nicômaco. Neste trabalho mostramos a amizade, como um fio condutor da virtude para uma comunidade, pois ela que conduz o indivíduo para essa vida virtuosa na comunidade. Para compreender o seu verdadeiro significado faz-se indispensável uma abordagem sobre a virtude na qual é determinada como um hábito, posteriormente foi feita uma análise acerca da amizade. Pois, segundo Aristóteles a amizade é uma virtude e se apresenta como essencial à vida homem na comunidade pois, ela que pode levar as pessoas a felicidade. Ao passo que ele conceituou o amigo como sendo aquele que deseja e prática o bem para interesse do outro. Mostramos como Aristóteles consegui através da amizade sair da vida prazerosa e alcançar a vida virtuosa da seguinte forma: a teoria das éticas das virtudes, os três níveis de amizade, e a amizade como condição para comunidade. Conclui-se que a amizade virtuosa é que direciona as pessoas a viverem bem na comunidade e levar.Item A AMIZADE EM ARISTÓTELES: UMA CONFIGURAÇÃO A VIDA FELIZ(2015) ZORENILTONTAVARES REISA presente monografia tem como objetivo apresentar a concepção de Aristóteles acerca da amizade, explorando a compreensão dos três tipos de amizade para observar qual deles melhor conduz à felicidade. O estudo é feito com base nos livros VIII e IX da obra aristotélica Ética a Nicómaco. Partido dessa perspectiva far-se-á um estudo sobre a amizade, no entanto, para compreender o seu verdadeiro significado fez-se necessário uma abordagem sobre a virtude a qual é definida como um hábito, em seguida é feita uma abordagem acerca da amizade. Pois, para Aristóteles a amizade é uma virtude e se apresenta essencial à vida do ser humano. Ao passo que ele ainda definiu o amigo como sendo aquele que deseja e faz o bem no interesse do outro. É feito também a distinção entre amor, amizade e benevolência. No segundo capítulo é dada a análise dos três tipos de amizade, para Aristóteles, a amizade tem base na utilidade, no prazer e na bondade. Esta ultima é considerada a amizade perfeita, com base na virtude, e só é possível entre as pessoas boas. No terceiro capítulo aparece a análise sobre justiça, pois esta, segundo Aristóteles, é menos importante que a amizade, pois na sociedade onde existe amizade não há necessidade de justiça. Será feito ainda, uma análise sobre a comunidade como sendo uma configuração à amizade, e esta como configuração à felicidade. Ao passo que é na comunidade que surgem os primeiros sinais da amizade, e, por conseguinte a felicidade. Conclui-se que a amizade perfeita é causa de felicidade para as pessoas que a cultivam, ficará visível também que ela só é possível entre as pessoas boas e de caráter virtuoso.Item A ANÁLISE DA RACIONALIDADE NA SEGUNDA PARTE DO DISCURSO DO MÉTODO DE DESCARTES(2015) RAFAEL DA SILVA OLIVEIRAO presente trabalho trata da questão do conhecimento do método cartesiano na investigação filosófica, analisando a segunda parte do discurso do método, tendo grande relevância para a filosofia moderna por trazer a interpretação da teoria do conhecimento de Descartes. Este presente estudo tem como objetivo analisar fontes bibliográficas e comparativas sobre o que é a racionalidade em Descartes em relação à segunda parte do discurso do método, identificando os meios racionais tanto na Idade Moderna, como no período contemporâneo que o homem se serve para encontrar a verdade. Sendo que para melhor desenvolvimento do tema, apresentaremos o homem racional e a importância das regras estabelecidas por Descartes em sua obra O Discurso do Método, as idéias de teóricos cartesianos, que entram em discussão a cerca do dualismo de Descartes. O presente trabalho tem como objeto de análise a obra O Discurso do Método em sua segunda parte como instrumento para busca da verdade acerca do conhecimento por meio de suas regras básicas e fundamentais.Item A APOSTA EM BLAISE PASCAL(2013) EDINARDO PAZ DE SOUSAEste trabalho constata a utilização do método colocado por Blaise Pascal a respeito da aposta, que tem como sugestão a verificação da existência de Deus na eternidade, dentro das bases da fé cristã que acabara influenciando seu pensamento, guiado por um ideal que, por sua vez, nos levava a um mundo de intensa procura de Deus como ponto de partida. Este desempenharia o papel de procura e espera na esfera da razão e na esfera da fé, como caminhos de fácil acesso, para se buscar o conhecimento certo que cada homem procura dentro de si mesmo. Foi na esperança da eterna recompensa que o apostador no jogo da fé buscou no íntimo da sua existência o conhecimento último do absoluto.Item A ARTE DE GOVERNAR NA OBRA O PRÍNCIPE DE NICOLAU MAQUIAVEL(2019) FERNANDO PEREIRA DOS SANTOSEsta análise objetiva tem como propósito apresentar o pensamento filosófico na área da filosofia Política de Nicolau Maquiavel (1469-1527), a partir de sua principal obra "O Príncipe". Maquiavel viveu no contexto humano renascentista que na qual foi de suma importância em sua formação intelectual, e posteriormente para o seu pensamento político. Maquiavel assume o exercício do cargo de secretário da Segunda Chancelaria de Florença, onde o mesmo acumulou uma vasta experiência e maturidade na vida política que tanto o encantava. Contudo, Maquiavel possuía um coração aventureiro onde o mesmo se lançava as viagens nacionais e internacionais, para que pudesse vislumbrar a ação governamental de outros territórios, pois essas viagens e esses aprendizados serão de sua importância para elaborar uma nova visão do exercício e manutenção do poder, que na qual, o conceito de Fortuna e Virtú possuirá um papel fundamental para essa nova visão governamental. Para que o objetivo da pesquisa fosse alcançado estruturamos o trabalho da seguinte forma: no primeiro capítulo trataremos a desmistificação do pensamento maquiaveliano, no segundo veremos a arte de governar a partir da Fortuna e Virtú de Maquiavel, e no terceiro trabalharemos as ressonâncias da arte de governar no campo contemporâneo.Item A BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT(2022) JOÃO PAULO DE SOUSA AQUINOO presente trabalho monográfico tem como objetivo compreender a filosofia política de Hannah Arendt no concernente a criação do conceito da banalidade do mal que construiu as bases do fenômeno totalitarista e do genocídio que ceifou vidas humanas e atacou severamente a dignidade das minorias na Alemanha. Para o melhor desenvolvimento desta monografia, ela está dividida em três momentos: a presença do mal no mundo no pensamento filosófico de São Tomás e Leibniz; na segunda parte, será apresentada a banalidade do mal na perspectiva de Hannah Arendt. E por fim, no terceiro capítulo, será apresentada a solução final nos campos de concentração como ápice da banalidade do mal e suas implicações na atualidade. A proposta principal de Arendt na obra Eichmann em Jerusalém, no que diz respeito a banalidade do mal é mostrar que a banalidade está no sistema e não naqueles que seguem ordens. Pretende-se, desse modo, demonstrar que a banalidade do mal se opôs a dignidade humana, levando milhões de seres humanos ao extermínio nos campos de concentração durante o regime de AdolfHitler, servindo como base para impulsionar a política genocida e xenófoba durante a Segunda Guerra Mundial.Item A CENTRALIDADE DA VIDA NA BIOLOGIA FILOSÓFICA JONASIANA(2020) SÁVIO DANIEL OLIVEIRA BARROSO presente trabalho analisa a partir da Filosofia da Biologia de Hans Jonas a construção ontológica do Ser integral em detrimento ao postulado dualista cartesiano da modernidade. Jonas analisa os efeitos que a doutrina do cogito de Descartes implicou na relação Ser e natureza e critica sua construção por seu isolamento racional em detrimento do cosmos. Com Bacon e Kant tal pensamento foi levado às últimas consequências culminando no reflexo contemporâneo da relação homem-natureza. A partir de uma releitura do Darwinismo, Jonas busca recuperar a teleologia da natureza e mostrar que desde o inicio matéria e espírito já se encontram unidos no metabolismo, podendo evoluir das formas mais simples as mais complexas. Com o monismo integral Jonas busca recuperar a unidade do cosmos ao mesmo tempo que fundamenta a ética futura.Item A COMPREENSÃO DA PESSOA HUMANA EM EMMANUEL MOUNIER(2015) WILSON PINTO DOS SANTOS JUNIORO Personalismo é uma corrente filosófica presente na filosofia contemporânea, antes de tudo, porque apresenta como principal objeto de estudo a pessoa humana. Para tanto seria oportuno estudar um de seus maiores representantes, Emmanuel Mounier, considerado um dos paisfundadores do personalismo do século XX, o qual inspirou a pesquisa e a produção deste trabalho, que, por sua vez, se desenvolveu na seguinte questão: como Mounier compreende a dignidade da pessoa humana? Portanto, possui como principal objetivo apresentar a importância do pensamento-personalista -de Emmanuel Mounier para uma maior compreensão da dignidade da pessoa humana. O Personalismo é subdividido em três seguimentos, a saber: teológico, que identifica Deus como ser criador do mundo; metafisico, por meio do qual se compreende que o mundo é formado por uma soma de espíritos finitos; e o espiritualismo, que destaca a valorização integral da pessoa e de suas relações com as outras pessoas, não perdendo, por estas, a sua singularidade. O instrumento fundamental do qual Emmanuel Mounier mais se utilizou para apresentar e praticar o seu compromisso intelectual e moral foram: à revista 'Esprit' e um movimento de amigos ligado a-ela. A crise descrita por Mounier é a do século XIX, desencadeada seja pela experiência dos erros do individualismo defendido por Kierkegaard, seja pelos excessos do coletivismo de tom marxista. O interesse de Mounier não era meramente teórico (isto é, abstratamente filosófico), mas o interesse prático de um pesquisador que desejava encontrar um caminho de saída para a crise que se adensava sobre o mundo e salvar a dignidade e a liberdade da pessoa humana. Assim, por meio deste trabalho foi possível também concluir que o personalismo mounieriano não é um mero sistema filosófico, mas um processo pelo qual o ser humano encontra o seu próprio EU, descobre que não é só matéria, mas também é espírito. Pode-se dizer, por isso, que o personalismo defendido por Mounier apresenta um novo olhar para a pessoa humana, o que possibilitou uma nova reflexão sobre a mesma, isto é, compreender melhor o que é a pessoa humana e de como é importante a sua personalização para o seu crescimento enquanto pessoa, que é ao mesmo tempo indivíduo e social. Destarte, a redação deste trabalho monográfico seguiu todas as etapas previstas para a realização desse tipo de trabalho, conforme as regras da ABNT e as regras para a elaboração de trabalhos acadêmicos elaborados e homologados pelo ICESPI, isto é, as etapas da produção científica a partir de pesquisa bibliográfica.Item A CONCEPÇÃO ANTROPOLÓGICA A PARTIR DA OBRA ASSIM FALAVA ZARATUSTRA(2018) LUCAS DE OLIVEIRAUm dos grandes desafios do homem no mundo contemporâneo é viver livre, sem nenhum tipo de escravidão como "vontade de potência". Com uma concepção antropológica a partir da Obra Assim Falava Zaratustra, Nietzsche apresenta a "vontade de potência" nas três metamorfoses: Camelo, Leão e Criança. Nietzsche apresenta o homem que enfrenta suas virtudes e fraquezas como caminho para vencer a si próprio enquanto princípio de superação. Para melhor compreender essa "vontade de potência" vale-se do conceito de vontade em Schopenhauer, pois é deste conceito que Nietzsche desenvolveu o seu entendimento de "vontade de potência". Para Schopenhauer a vontade seria a porta de acesso à verdade do mundo. Já a vontade de potência em Nietzsche é a essência das coisas, como também uma força criadora que permite ao homem superar a si próprio. Neste trabalho, busco demostrar como Nietzsche aborda a "vontade de potência" dentro da teoria do conhecimento, da natureza e na moral. A partir dessas ideias o "super-homem" vai ser aquele que vive tudo isso com uma força tal que o impulsiona para um futuro e para situações que estarão sempre sob ele e nunca sobre o mesmo enquanto vítima, refém. O homem vivendo a "vontade de potência" atinge o "super-homem".Item A CONCEPÇÃO DE DEUS SEGUNDO DESCARTES(2014) JOSÉ FRANCISCO DE SOUSAEste ensaio se propõe em analisar as três provas da existência de Deus, duas a posteriori e uma a priori. A ideia de Deus nas Meditações cartesiana assume o ápice de seu pensamento. Descartes desenvolve um método para chegar à prova da existência de Deus, que ficou conhecido como método cartesiano. A ideia de Deus é uma ideia inata. Tal ideia é obtida por exclusão das outras possíveis. Não pode ser adventícia, que se apresentam involuntariamente à mente; a mesma exigiu uma escolha voluntaria; ela não pode ser factícia (empírica), a partir do momento em que o conteúdo dela se impõe à mente sem que seja factícia, que são obras do livre arbítrio do sujeito pensante. A ideia de Deus tem um fato peculiar: é inata porque é próprio da natureza do eu que tem a ideia de Deus. Assim posso dizer que a minha natureza é a ideia de Deus, enquanto trago a imagem dele. Essa é a tese mais importante, da imagem de Deus trazida por Descartes, a criatura manifesta sua origem divina por alguma semelhança com o criador. A finitude só é inteligível por comparação com a infinitude, se me conheço como finito, é porque me comparo às perfeições que não possuo, mas das duas tenho a ideia. A análise da ideia de Deus, de um lado, confirma a precedência do conhecimento claro e distinto do infinito sobre o finito, e, do outro, encontro a ideia da absoluta perfeição por análise da natureza finita.Item A CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO DE ROUSSEAU EM O EMÍLIO E SUAS IMPLICAÇÕES HOJE(2010) MARCOS ROBERTO VIEIRAOs grandes temas desenvolvidos ao longo da obra O Emílio como a liberdade, a moralidade, a sensibilidade etc. afirmam sua visão de Rousseau acerca do homem. A visão de educação que Rousseau defende é a educação negativa, ou seja, não ensinamento da virtude e a preservação dos vícios. A sua pedagogia, embora de contexto iluminista, influenciou as pedagogias do final do século XIX, as chamadas pedagogias não diretivas e também o movimento da escola nova.Item A CONCEPÇÃO DE ESTADO NA OBRA UTOPIA DE THOMAS MORE(2013) GILDO COELHO DE SOUSAEste trabalho tem como objetivo expor a concepção de Estado na obra Utopia do filósofo Thomas More. Seu pensamento a respeito da obra parte da crítica feita ao sistema político da Inglaterra do século XVI. Seu objetivo é apresentar um novo sistema que deverá ser tomado como modelo pela sociedade, o qual chama de Estado ideal. Propõe, ainda, o procedimento dos que devem comandar o Estado, bem como os parâmetros indicativos na superação de uma visão de sociedade privada e destaca o contexto histórico. Nosso pensador apresenta os principais problemas de sua época, ligado à sua trajetória de vida. More considera a estrutura apresentada pelo Estado ideal. especialmente quanto à política e ao sistema religioso no final deste trabalho propus uma relação entre a obra Utopia de More e os atuais problemas vividos pelo Estado brasileiro.Item A CONCEPÇÃO DE FELICIDADE EM AGOSTINHO DE HIPONA(2020) RODOLFO LIMA ALVESO presente trabalho monográfico traz uma reflexão sistemática a respeito da felicidade, segundo Agostinho de Hipona. Ele diante de suas inquietações, procura um preenchimento para sua vida, nisso, a obra base intitulada vida feliz, o Bispo convida alguns amigos para a festividade de seu 32° aniversário, o filósofo apresenta uma análise a respeito da temática para se chegar até a vida feliz. Felicidade essa, que já foi discutia pelos primeiros filósofos da Grécia antiga, a saber: Sócrates, Platão, Aristóteles, Cícero, etc. Para o homem alcançar a vida feliz, é necessário trilha um caminho de busca constante da verdade, por certo, o próprio Agostinho passou por vários caminhos que tinham suas ideias próprias, mas ele não se encontrava em nenhum desses caminhos, assim, o Mestre da interioridade só encontra um caminho, quando se depara com os sermões do Bispo Ambrósio, e se adentra para a fé cristã. Bem como, Agostinho destaca que para o homem ter uma vida sadia, necessita alimentar o corpo e a alma, e sua alma deve buscar o equilíbrio para reger o corpo. Todavia, a alma só encontra a plena felicidade no perfeito encontro com Deus, que é a felicidade, mas, o homem pode ser feliz aqui, porém é uma felicidade passageira, alicerçada em bens frágeis, ao contrário, aquilo que é duradouro, é a felicidade com a Trindade Santa.Item A CONCEPÇÃO DE FILOSOFIA EM BOA VENTURA DE BAGNOREGIO E SUA RELEVÂNCIA HOJE(2014) MOISÉS LANCASTER FERREIRA DE ABREUEste trabalho apresenta a concepção de filosofia de Boaventura de Bagnoregio e como ela é relevante hoje. Partindo da crítica contemporânea à absolutização do racional, esta pesquisa procura mostrar como as peculiaridades do pensamento deste autor oferecem pistas de reflexão frente a desafios da contemporaneidade.Item A CONCEPÇÃO DE GOVERNO PARA JEAN-JACQUES ROUSSEAU(2020) JOSÉ APARECIDO ALVES RODRIGUESO presente trabalho traz no seu extenso curso a tentativa de definição da ideia da concepção de governo para o filósofo de Genebra, Suíça, Jean-Jacques Rousseau, que procura tratar na sua obra Do Contrato Social a imagem de governo que se transforma em uma comunhão, em um elo disposto a unir o governante e os governados. Julga necessário a fiel compreensão do governo como resultado da práxis política. A sua estrutura e sua legitimidade de governo nos trará a compreensão de prática de se fazer governo. A natureza própria de governo que consiste na conservação do indivíduo na sociedade cai em uma distorção ou usurpação por parte daqueles que deveria fazer as vezes da vontade geral. Atualmente, a participação do indivíduo na prática de governo deveria ser atuante. O interesse particularizado supre os interesses de todos, degenerando a própria vontade geral.Item A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"(2013) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHOO presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.Item A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO CIVIL NA OBRA "O SEGUNDO TRATADO SOBRE O GOVERNO" DE JOHN LOCKE.(2016) VIRGÍLIO MIQUÉIAS DAS NEVES SILVAO presente trabalho tem como objetivo principal analisar a constituição do estado civil na obra Segundo Tratado sobre o Governo de John Locke. Em vista disso, apresenta-se a definição do estado de natureza, que por sua vez, é um estado pacífico no qual os homens eram dotados de razão e desfrutavam de suas propriedades como direitos naturais do ser humano. Partindo de tal concepção lockeana tem-se os fundamentos da sociedade política, que por sua vez advém do contrato social fundamentado no consentimento entre os homens que concordam livremente em formar a sociedade civil a fim de evitar o estado de guerra e preservar mais ainda os direitos naturais que possuíam originalmente no estado natural. E para concluir, explicitaremos a estruturação do estado civil focando nos três poderes por ele constituídos: a) legislativo considerado poder supremo; b) executivo, o poder de executar as leis estabelecidas pelo legislativo; c) federativo, aquele que tem a responsabilidade de cuidar das questões de ordem externa da comunidade, como, por exemplo, decidir sobre a paz e a guerra ante estes poderes instituídos. Além disso, enfocar-se-á sobre o direito de resistência, direito este, que reconhece ao povo a liberdade de recorrer a força para deposição dos governantes caso os mesmos não estejam cumprindo as suas finalidades tornando-se rebeldes ou corruptos.Item A DEMARCAÇÃO ENTRE CIÊNCIA E PSEUDOCIÊNCIA EM KARL POPPER(2015) JOHN DOS SANTOS FREITASEste trabalho tem como objetivo expor a filosofia da ciência de Karl Popper. Apresentar o seu critério de demarcação entre ciência e pseudociência e dizer da vantagem deste sobre outras propostas apresentadas. Dentro do pensamento popperiano sobre a investigação cientifica, pretende-se levantar dúvida sobre a pretensa infalibilidade dos cientistas e dizer que estes são falíveis. Bem como apontar o erro que é a crença na existência da indução. Para efeito de conclusão, apresenta o critério de falseabilidade em lugar do critério de verificabilidade dos neopositivistas. Sendo aquele mais sensato que este.