Licenciatura em Filosofia
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/11
Navegar
8 resultados
Resultados da Pesquisa
Item A RACIONALINADE COMO PROPOSTA DE UM NOVO MÉTODO PARA CHEGARÁ VERDADE, NAS OBRAS "DISCURSO DO MÉTODO E MEDITAÇÕES METAFÍSICAS" DE RENÉ DESCARTES(2018) ANTONIO WILSON PONTES FEITOSAO presente trabalho acadêmico trata do caminho proposto por Descartes para se chegar na verdade indubitável nas obras "Discurso do Método e Meditações Metafísicos, do filósofo francês René Descartes. Este viveu no contexto da idade média. É apresentado em forma de descrição, tendo como principal referência às obras acima citadas, a forma como Descartes propôs um novo método para se alcançar a verdade. Para tanto foram usadas também outras obras de outros autores que tratam da problemática e para auxiliar no tema. Na sequência do conteúdo, apresenta-se Deus como garantia dessa verdade, enfim a reflexão na abordagem dos princípios do conhecimento humano, apresentado na filosofia cartesiana.Item A PLENITUDE DO SER DE DEUS NA OBRA O ENTE E A ESSÊNCIA DE TOMÁS DE AQUINO(2015) VANDERLAN DA SILVA FÉLIX DE LIMAPropõe-se neste estudo, uma leitura e descrição crítica do pensamento de Santo Tomás de Aquino, sobre a plenitude e a perfeição do ser de Deus. Destacam-se aqui, suas ideias principais sobre este assunto contidas no seu opúsculo o ente e a essência. A linha de direcionamento deste trabalho reside no pensamento tomista, desde a sua inspiração e embasamento em Aristóteles, observando a estrutura basilar da filosofia aristotélica, reconhecendo-a como a filosofia da verdade, passando para a sua formulação da hierarquização do ser onde os entes participam em diferentes graus e níveis do ser de Deus, só, chegando assim a sua descoberta genial da perfeição deste Ser que em última análise é o próprio Deus, reconhecendo que Nele a essência e a existência se identificam nos entes não. Evidenciaremos também outros pensadores que se fundamentaram na filosofia tomista para entenderem e explicarem a perfeição do ser absoluto e sua plenitude, sua simplicidade e outros atributos inerentes a ele.Item O CONCEITO DE SUBSTÂNCIA EMARISTÓTELES, DESCARTES E ESPINOSA(2014) WAGNER FRANCISCO DE SOUSA CARVALHOEste Trabalho de Conclusão tem por objetivo apresentar o pensamento de Aristóteles, Descartes e Espinosa a cerca da substância. Demonstramos, ainda, que o referido conceito se manifesta em contextos históricos diversificados gerando, também, diferentes reflexões. Em Aristóteles, a substância se apresenta como aquilo que se opõe a tudo o que é ornamental, artificial. Ela pode ser identificada como o ser propriamente dito, dotado de identidade singular e identificada como a causa primeira. Em Descartes, a substância se apresenta como uma dimensão essencial do homem. Ele a divide em duas: res cogitans e res extensa e identifica, nelas, o pensamento e a matéria. Baruch de Espinosa, o terceiro filósofo que abordamos, ensina que a substância é o próprio Deus que em sua ilimitação manifesta na natureza finita a sua infinitude. O pensamento e a matéria, em Descartes, se apresentam como duas substâncias, em Espinosa, atributos e modos manifestam a grandeza de uma única substância. Não é, portanto, estranho de se notar a necessidade de um princípio primeiro como base constituinte de algo. A causa primeira de todas as coisas remete a um fundamento por excelência que, seguindo as reflexões que foram feitas levam a Deus. A este, Aristóteles, chamou de Motor Imóvel, Descartes de ser perfeito e, Espinosa, de substância única. Concluímos recordando que a pergunta pelo princípio primeiro das coisas não se encontra entre aquelas que são articuladas pelo homem do nosso tempo. Na realidade, os homens da atualidade se contentam com o que fenômenicamente se apresenta, com o que aparece, com o que é mostrado. Vem justamente desta situação, o imperioso desejo de retomar a substância como princípio primeiro. Os tempos modernos estão a demonstrar que quando se enfraquece a vontade de ir além da manifestação das coisas a razão se fragiliza, se deixa instrumentalizar. Toma-se atual o pedido, feito aos filósofos pelo Papa João Paulo II, de buscar fazer a razão passar do fenômeno para o fundamento (Fides et Razio, 83) e, neste último se encontra, justamente, a substância como causa de si e que existe independente de qualquer outra coisa.Item A EXISTÊNCIA E ESSÊNCIA DE DEUS NA FILOSOFIA DE TOMÁS DE AQUINO(2014) FRANCISCO DAS CHAGAS SANTOS MARTINSO estudo sobre a metafisica em Tomás está aqui desenvolvido em três extensos tópicos - extensos, mas diluídos - que tratam desde sua vida de monge, pensador, mestre e anjo do conhecimento à explicação de sua sabedoria nas suas principais obras (1); a estrutura de sua metafisica do ser de Tomás (2); os principais pontos da metafisica do ser de Tomás (3); passando pela explicitação de suas vias ou caminhos para se chegar à prova da existência de Deus (4). Depois da demonstração de suas vias que é feita pelo método a posteriori, refletir-se-á sobre a essência de Deus (5) da qual se investigará a sua possibilidade de ser conhecida e, se realmente pode ser especulada pelo juízo humano; tudo isso, se desenvolverá pela aplicação de atributos positivos (5.1) e negativos (5.2) a Deus, que serão prova de um conhecimento de Deus.Item A RELAÇÃO ENTRE VERDADE E FELICIDADE NAS OBRAS "SOLILÓQUIOS" E "A VIA FELIZ, DE SANTO AGOSTINHO(2014) DJACIR SAMPAIO DA ROCHAA proposta deste trabalho é discursar acerca da relação de Verdade e Felicidade no pensamento de Santo Agostinho a partir das obras Solilóquios e A Vida Feliz. A Verdade para Santo Agostinho, bem como a conceituação da felicidade, é um tema muito discutido nos seus escritos. No pensamento agostiniano a Verdade é apresentada como uma iluminação divina. Foi precisamente esta iluminação que permitiu a ele um novo conhecimento acerca da Verdade, ou seja, sua saída do maniqueísmo e a busca do Bem Supremo. Para Agostinho a Verdade se encontra dentro do próprio homem. Nesse sentido, o homem tem necessidade da Verdade e ainda de conhecer sua alma na procura de Deus. Assim, deve levar-se em consideração a fruição do conhecimento absoluto. Desta forma, Agostinho conclui que o homem deseja ser feliz; outro tema de grande relevância para o filósofo é o entendimento da Felicidade, a qual faz alusão como posse de Deus, sabedoria e plenitude na obra intitulada A Vida Feliz. Nesta obra está contida de forma ilustrativa que o homem feliz é aquele que possui a Deus, como fonte de verdadeira vida, onde para ele não há possibilidade de carência e nem necessidade material, do contrário, é viver uma falsa felicidade. Todavia, segundo o pensador medieval, também a Verdade e Felicidade estão numa correlação de profunda consonância, por sua vez não podem ser separadas de forma alguma. Com isso, o presente estudo busca analisar tal perspectiva segundo a lógica do pensamento agostiniano, adentrando deste modo no pensamento medieval, pode-se conhecer ao Deus que habita no interior do homem e, consequentemente, a vida feliz. Veremos que é através da contemplação de Deus que a Verdade revela-se ao homem e ele tem então a oportunidade de encontrar a felicidade tão almejada por todo ser humano.Item COMO A DÚVIDA CARTESIANA NOS CONDUZ AO CONHECIMENTO CERTO DO MUNDO EXTERIOR.(2012) JOÃO PAULO LEITE ROCHAEssa monografia se situa no contexto das respostas filosóficas ao desafio cético e mostra como Descartes responde a tal desafio. Para tanto percorre os três primeiros capítulos da obra Meditações Metafísicas através dos quais pretendemos mostrar como, em primeiro lugar, Descartes assume a própria dúvida cética e a leva às últimas consequências. Em seguida mostramos como, partindo da própria dúvida, o pensamento se eleva a primeira certeza indubitável que é o conhecimento da existência do eu pensante, mas corre o risco de isolar-se em si mesmo, ou seja, o Eu se sabe como existente, mas continua sem saber nada do mundo exterior. Finalmente, podemos mostrar, seguindo Descartes, que a saída do isolamento está no voltar-se sobre si mesmo do Eu que encontra em seu interior a ideia de perfeição que conduz à certeza indubitável da existência de Deus e, consequentemente, à certeza sobre o mundo exterior, a saber, que é indubitável e certo que existe um mundo fora de nós e que podemos conhecer as coisas que compõem este mundo. Cada um desses momentos constitui um capítulo da monografia, de tal modo que o nosso estudo se apresentará em três capítulos, no primeiro trataremos das coisas dubitáveis e mostramos os motivos pelos quais o filósofo põe em dúvida todas as coisas; no segundo abordaremos o eu pensante como uma realidade indubitável, ou seja, que se pode duvidar de todas as coisas menos da própria existência do ser que duvida. No terceiro e último capítulo concluímos com a indubitabilidade da existência de Deus o qual é, por sua própria natureza, garantia da possibilidade de conhecermos o mundo exterior. Podemos chegar a esta compreensão da existência de Deus porque somos imperfeitos, mas temos dentro de nós a ideia de perfeição. Ora, eu sendo imperfeito não posso assim, me remeter ao perfeito, mas sendo este Deus perfeito, ele não permitirá que eu caia no erro da existência das coisas.Item A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"(2013) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHOO presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.Item O DESESPERO EM KIERKEGAARD(2011) FRANCISCO BERTO DE CARVALHOEste trabalho tem por objetivo expor a concepção de desespero apresentado pelo filósofo dinamarquês Soeren Aabye Kierkegaard (1813- 1855) em sua obra O desespero humano (1849). O desespero é a "doença mortal", porque é a enfermidade do homem, do eu, que é espírito e, é universal, porque é inerente à personalidade humana. Diante disso, Kierkegaard examina o desejo do homem de entender Deus e analisa a luta humana para eliminar o desespero através da imortalidade da alma. Ao mapear a existência humana em três estágios: o estético, o ético e o religioso, ele mostra que a conquista da fé, que se dá no terceiro estágio, está relacionada com a imortalização "a partir'' da vida mortal. Portanto, o desespero é um existencial e é impossível o ser humano não passar por ele.