Licenciatura em Filosofia

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    A AMIZADE COMO CAMINHO PARA A FELICIDADE NA OBRA "ÉTICA A NICÔMACO" DE ARISTÓTELES
    (2019) RAFAEL MOURA LIMA
    O presente estudo discute sobre a amizade como caminho para a felicidade. Encontra-se baseado na obra Ética a Nicômaco de Aristóteles. A partir de então, evidenciou-se, esclarecimentos no que diz respeito à relevância da temática, considerando ações do homem buscando o caminho da felicidade. Nessa perspectiva, propõe-se como objetivo geral: apresentar a concepção aristotélica de amizade e identificar em qual dos três tipos mencionados de amizade se pode chegar à felicidade. Seguido pelos pontos específicos: I) descrever a amizade a partir do conceito de Aristóteles na obra "Ética a Nicômaco"; II) compreender os caminhos que nos levam a felicidade; II) averiguar as diferenças presentes entre os termos amizade e amor. A escolha pela temática veio por meio da curiosidade em entender, diante de fontes bibliográficas, a importância da amizade para viver em comunidade. Assim partiu-se a seguinte problemática: De que forma a amizade pode conduzir um indivíduo para a felicidade, tendo em vista que o ser humano é induzido a manter uma constante relação com o outro? O ponto de partida da pesquisa ocorre a partir de análises de publicações que estão baseadas na obra "Ética a Nicômaco" de Aristóteles. Por meio da pesquisa, pode-se perceber que a amizade é o reflexo da felicidade, pois quando a amizade é verdadeira o indivíduo adquire, além da confiança, a felicidade de poder contar e ter um amigo. Assim, urge uma reflexão sobre as bases para percurso a ser realizado em busca da consolidação da amizade.
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    A AMIZADE EM ARISTÓTELES: A AMIZADE VIRTUOSA COMO CONDIÇÃO PARA A COMUNIDADE
    (2017) JOSÉ IRAN DE FREITAS DE ARAÚJO
    A presente monografia tem como proposito apresentar a compreensão de Aristóteles a respeito da amizade, averiguando o entendimento da amizade virtuosa para se verificar que essa virtude pode conduzir as pessoas para uma vida boa na comunidade. Tendo em vista que o estudo realizado teve como base os livros VIII e IX da obra Ética a Nicômaco. Neste trabalho mostramos a amizade, como um fio condutor da virtude para uma comunidade, pois ela que conduz o indivíduo para essa vida virtuosa na comunidade. Para compreender o seu verdadeiro significado faz-se indispensável uma abordagem sobre a virtude na qual é determinada como um hábito, posteriormente foi feita uma análise acerca da amizade. Pois, segundo Aristóteles a amizade é uma virtude e se apresenta como essencial à vida homem na comunidade pois, ela que pode levar as pessoas a felicidade. Ao passo que ele conceituou o amigo como sendo aquele que deseja e prática o bem para interesse do outro. Mostramos como Aristóteles consegui através da amizade sair da vida prazerosa e alcançar a vida virtuosa da seguinte forma: a teoria das éticas das virtudes, os três níveis de amizade, e a amizade como condição para comunidade. Conclui-se que a amizade virtuosa é que direciona as pessoas a viverem bem na comunidade e levar.
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    A AMIZADE EM ARISTÓTELES: UMA CONFIGURAÇÃO A VIDA FELIZ
    (2015) ZORENILTONTAVARES REIS
    A presente monografia tem como objetivo apresentar a concepção de Aristóteles acerca da amizade, explorando a compreensão dos três tipos de amizade para observar qual deles melhor conduz à felicidade. O estudo é feito com base nos livros VIII e IX da obra aristotélica Ética a Nicómaco. Partido dessa perspectiva far-se-á um estudo sobre a amizade, no entanto, para compreender o seu verdadeiro significado fez-se necessário uma abordagem sobre a virtude a qual é definida como um hábito, em seguida é feita uma abordagem acerca da amizade. Pois, para Aristóteles a amizade é uma virtude e se apresenta essencial à vida do ser humano. Ao passo que ele ainda definiu o amigo como sendo aquele que deseja e faz o bem no interesse do outro. É feito também a distinção entre amor, amizade e benevolência. No segundo capítulo é dada a análise dos três tipos de amizade, para Aristóteles, a amizade tem base na utilidade, no prazer e na bondade. Esta ultima é considerada a amizade perfeita, com base na virtude, e só é possível entre as pessoas boas. No terceiro capítulo aparece a análise sobre justiça, pois esta, segundo Aristóteles, é menos importante que a amizade, pois na sociedade onde existe amizade não há necessidade de justiça. Será feito ainda, uma análise sobre a comunidade como sendo uma configuração à amizade, e esta como configuração à felicidade. Ao passo que é na comunidade que surgem os primeiros sinais da amizade, e, por conseguinte a felicidade. Conclui-se que a amizade perfeita é causa de felicidade para as pessoas que a cultivam, ficará visível também que ela só é possível entre as pessoas boas e de caráter virtuoso.
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    CONCEITO DE AMIZADE NOS LIVROS VIII E IX DA ÉTICA A NICÔMACO
    (2015) RICARDO DE MOURA BORGES
    Este trabalho tem como proposta analisar o conceito de amizade no livro Ética a Nicomâco, capítulos VIII e IX, de autoria do filósofo grego Aristóteles, coloca-se em relevo a definição do termo virtude e a supremacia da amizade (phília) para atingir a felicidade por peio da justiça na pó/is. A amizade serve para ajudar a melhorar a vida das pessoas e no mundo grego ela possuía grande destaque, sendo que ninguém queria viver sem amigos, uma vez que, ter amigos era o maior bem que uma pessoa poderia ter. De acordo com Aristóteles, a amizade é necessária à vida das pessoas, pra esclarecer isso ele aponta os tipos de amizades existentes: a útil, a agradável, e a que visa o bem. O livro Ética a Nicomâco traz como característica a explicação da ciência ética e da política, estes como meios de felicidade que estabelecem um tratado de virtudes humanas, abordando a natureza da amizade como uma virtude. O presente texto busca apresentar os conceitos sobre as formas de amor: Phília, Ágape e Eros, presentes na obra em análise, onde destacaremos a Phília fazendo uma ligação desta com a atualidade, apresentando as relações de amizade existentes no mundo pós-moderno e enfatizando a influência das novas tecnologias como um meio que amplia as relações de amizade. Neste trabalho também refletiremos a influência de Aristóteles na obra O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry e nos quadrinhos da turma da Mônica, de Mauricio de Sousa buscando compreender as relações de amizades apresentadas nessas obras, e fazendo uma comparação destas com o modelo de amizade ideal defendida por Aristóteles na obra Ética a Nicômaco VIII e IX.
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    A RELAÇÃO ENTRE VERDADE E FELICIDADE NAS OBRAS "SOLILÓQUIOS" E "A VIA FELIZ, DE SANTO AGOSTINHO
    (2014) DJACIR SAMPAIO DA ROCHA
    A proposta deste trabalho é discursar acerca da relação de Verdade e Felicidade no pensamento de Santo Agostinho a partir das obras Solilóquios e A Vida Feliz. A Verdade para Santo Agostinho, bem como a conceituação da felicidade, é um tema muito discutido nos seus escritos. No pensamento agostiniano a Verdade é apresentada como uma iluminação divina. Foi precisamente esta iluminação que permitiu a ele um novo conhecimento acerca da Verdade, ou seja, sua saída do maniqueísmo e a busca do Bem Supremo. Para Agostinho a Verdade se encontra dentro do próprio homem. Nesse sentido, o homem tem necessidade da Verdade e ainda de conhecer sua alma na procura de Deus. Assim, deve levar-se em consideração a fruição do conhecimento absoluto. Desta forma, Agostinho conclui que o homem deseja ser feliz; outro tema de grande relevância para o filósofo é o entendimento da Felicidade, a qual faz alusão como posse de Deus, sabedoria e plenitude na obra intitulada A Vida Feliz. Nesta obra está contida de forma ilustrativa que o homem feliz é aquele que possui a Deus, como fonte de verdadeira vida, onde para ele não há possibilidade de carência e nem necessidade material, do contrário, é viver uma falsa felicidade. Todavia, segundo o pensador medieval, também a Verdade e Felicidade estão numa correlação de profunda consonância, por sua vez não podem ser separadas de forma alguma. Com isso, o presente estudo busca analisar tal perspectiva segundo a lógica do pensamento agostiniano, adentrando deste modo no pensamento medieval, pode-se conhecer ao Deus que habita no interior do homem e, consequentemente, a vida feliz. Veremos que é através da contemplação de Deus que a Verdade revela-se ao homem e ele tem então a oportunidade de encontrar a felicidade tão almejada por todo ser humano.