Licenciatura em Filosofia

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Resultados da Pesquisa

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    A LIBERDADE NA OBRA O EXISTENCIALISMO É UMHUMANISMO DE JEAN PAUL SARTRE
    (2021) LUIZ HENRIQUE SANTANA SANTOS
    O presente trabalho tem por objetivo falar sobre a Liberdade na obra O Existencialismo é um Humanismo de Jean Paul Sartre. A partir de uma leitura da visão de Sartre (1905-1985) sobre o que seria a liberdade. Apresentando tal conceito se apoiando em sua visão de que "o homem está condenado a ser livre". E nada o pode livrar disso, mesmo que este o queira. Nisso percorremos um caminho dividido em três momentos: A necessidade que o homem tem por liberdade; O que o homem faz é em vista de alcançar a liberdade; Atualização do conceito sartreano de liberdade. Baseado nesses pontos, nos aprofundamos sobre o termo Liberdade, tão bem explanado pelo filósofo francês. A produção acontece por meio de uma pesquisa de caráter qualitativo, a partir de uma revisão bibliográfica, tendo como obra base O Existencialismo é um Humanismo. Também trazemos para nosso diálogo Paulo Perdigão (1995), Sergio Moraiva (1985), João da Penha (1989), Mareio Acselrad (2013), Paulo César (2010) e outros que contribuíram para a realização dessa pesquisa.
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    O CENÁRIO DE SURGIMENTO DOS PRINCÍPIOS DE JUSTIÇA NA TEORIA DA JUSTIÇA DE JOHN RAWLS
    (2015) ANDRÉ FERREIRA DE ARAÚJO
    Esta monografia tem como objeto de estudo a abordagem do cenário de surgimento dos princípios de justiça na teoria da justiça como equidade de Rawls, com o escopo de investigar a possibilidade de esses princípios de fundarem uma sociedade justa. Nesse sentido, a argumentação em defesa desse intento será feita com a articulação das ideias centrais de justiça como equidade que se relacionam com os princípios de justiça destacando a importância obra A Theory of Justice de Rawls para teoria política, passando pela apresentação da proposta de justiça como equidade, da ideia de posição original (original position) com seus elementos fundamentais quais sejam o véu da ignorância (veil of ignorance) e de partes (parties), da elaboração dos princípios da justiça e da formulação e desenvolvimento do princípio da diferença.
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    O IMPERATIVO CATEGÓRICO E A LIBERDADE NAS OBRAS "FUNDAMENTAÇÃO DA METAFÍSICA DOS COSTUMES" E "CRÍTICA DA RAZÃO PRÁTICA", DE KANT
    (2014) WELSON BARBOSA
    Kant sistematizou a moralidade nas obras Fundamentação da metafisica dos costumes e Crítica da razão prática. A moralidade requer dois componentes indispensáveis, a saber: a lei e a liberdade. A vontade deve ser livre de qualquer determinação da sensibilidade, a fim de garantir a moralidade da ação. A indeterminação da vontade, daquilo que é sensível, é a liberdade em sentido negativo. A liberdade em sentido positivo se encontra na vontade autônoma, isto é, na capacidade do homem legislar a si mesmo, de autodeterminar-se. A liberdade é o fundamento da lei moral. É a liberdade da vontade que garante as ações morais. A lei moral se expressa formalmente no imperativo categórico. O homem encontra nele o padrão de medida da moralidade, isto é, o critério para que uma máxima subjetiva se tome objetiva, por conseguinte, uma máxima moral. A lei moral se apresenta ao indivíduo como um factum da razão. Este é a consciência moral presente no ser dotado de razão e vontade. Embora o indivíduo não possua uma sistematicidade mental no que se refere à moralidade, ainda consta-se nele uma consciência que julga as suas ações como morais ou imorais. A partir dofactum da razão, tem-se o sentimento de respeito à lei.
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    A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"
    (2013) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHO
    O presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.
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    OS LIMITES DA LIBERDADE ABSOLUTA EM SARTRE
    (2013) JOSÉ FELIPE DO NASCIMENTO NETO
    O que faz de cada homem um ser único é o conjunto de escolhas que ele tem e realiza, sendo que, essa escolha parte da capacidade humana e vontade de ser livre. É exercendo o livre-arbítrio que o homem toma decisões no decorrer de sua vida, projetando-se para o futuro, define profissão, muda de ambiente quando deseja, enfim, se constrói. Sartre é considerado um dos principais pensadores do mundo atual e a principal obra de sua temática é a dualidade, que se infiltra no comportamento humano, entre a realidade e a sociedade, pois o homem vive entre a vontade de se libertar da sociedade, fugir às regras, às repressões, libertar-se de si mesmo. Pois a liberdade é que possibilita a concretização daquilo que se quer ser, formulando novas dimensões do que acredita ser verdade e imutável. Não se deixa convencer pelo pré-determinado, mas busca a verdade, desvelando o que muitas vezes ninguém enxerga, sem medo de confrontar o poder de mudar. Portanto Sartre apresenta uma forma de liberdade absoluta que proporciona ao homem independência de sua condição de ser livre.
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    UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE
    (2011) ANTÔNIO ISMAEL DE HOLANDA
    Este trabalho tem por objetivo esclarecer o conceito de consentimento apresentado pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) em sua obra Segundo Tratado Social (1690). John Locke acredita que para usar a liberdade a fim de consentir, o homem precisa, primeiramente, ter acesso ao conhecimento, o qual só é possível através da experiência, a qual leva o homem a conhecer a lei natural que é a vontade de Deus. Partindo desse conhecimento, o homem obedece ao seu Criador, por isso, sai do Estado de Natureza para, através do consentimento livre, formar a sociedade, o governo e as leis, tendo em vista a preservação dos direitos naturais, sobretudo a liberdade. Portanto, o consentimento é considerado por Locke como elemento fundante da sociedade e garantia da liberdade.