Licenciatura em Filosofia
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/11
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Item VISÃO SEDUTORA: O PENSAMENTO LOCKEANO DE SOCIEDADE CIVIL NA OBRA SEGUNDO TRATADO SOBRE O GOVERNO(2020) RAFAEL RODRIGUES LACERDAA filosofia política é um dos campos de pesquisa da filosofia que leva consigo um vasto compêndio de reflexões filosóficas sobre a natureza e princípio da organização da vida em sociedade. Este trabalho propõe uma abordagem dessa temática, a partir do entendimento do filosofo moderno John Locke, no qual o presente trabalho proposto, com suas peculiaridades, soma-se a tantos outros escritos que já adentraram por esse caminho. Este trabalho tem por objetivo entender a natureza da sociedade civil em John Locke - em meio à um vasto acervo de seu pensamento - no fragmento da obra Segundo Tratado sobre o Governo. Sendo assim, apresenta-se o que Locke entende por estado de natureza, mediante a lei natural, que é a prerrogativa que garante os direitos essenciais do homem, como a vida, bens e a liberdade. Tendo em vista o contrato social como um consentimento dos indivíduos que visa a saída do estado de natureza para o ingresso na sociedade civil, elucida-se a organização do estado civil e toda a sua estrutura política. Tomando parte de uma pesquisa bibliográfica, a pesquisa deseja contribuir no estudo das reflexões concernentes ao pensamento político de John Locke, compreendendo a complexidade da sua filosofia política e a contemporaneidade da sua concepção de sociedade civil.Item UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE(2011) ANTÔNIO ISMAEL DE HOLANDAEste trabalho tem por objetivo esclarecer o conceito de consentimento apresentado pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) em sua obra Segundo Tratado Social (1690). John Locke acredita que para usar a liberdade a fim de consentir, o homem precisa, primeiramente, ter acesso ao conhecimento, o qual só é possível através da experiência, a qual leva o homem a conhecer a lei natural que é a vontade de Deus. Partindo desse conhecimento, o homem obedece ao seu Criador, por isso, sai do Estado de Natureza para, através do consentimento livre, formar a sociedade, o governo e as leis, tendo em vista a preservação dos direitos naturais, sobretudo a liberdade. Portanto, o consentimento é considerado por Locke como elemento fundante da sociedade e garantia da liberdade.