Licenciatura em Filosofia
URI permanente desta comunidadehttps://repositorio.icespi.edu.br/handle/123456789/11
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Item OS FUNDAMENTOS DO ESTADO CIVIL NA OBRA SEGUNDO TRATADO SOBRE O GOVERNO DE JOHN LOCKE(2015) ANTÓNIO DIÊGO DAS CHAGAS SILVANos debates referentes ao Estado, no ambiente da filosofia política, comumente emerge a discussão acerca do contratualismo moderno. O presente trabalho dissertativo monográfico pretende uma abordagem dessa temática a partir do pensamento do filósofo inglês John Locke. O objetivo é investigar os fundamentos do estado civil na sua obra Segundo Tratado sobre o Governo. Em vista disso, apresenta-se a definição do conceito de estado de natureza, mediante o qual se vive pela lei natural que prescreve os direitos essenciais ao homem, tendo a propriedade como o principal deles. Elucida-se uma compreensão do contrato social como pacto firmado para sair do estado natural e ingressar no estado civil, mediante o consentimento pessoal, a fim de evitar o estado de guerra. Com isso, explicita-se a organização do estado civil, em sua estrutura política e os poderes constituídos, assim como, o direito de resistência do povo ao governo arbitrário. Utilizando-se de pesquisas bibliográficas, pretendeu-se apresentar uma compreensão de sociedade política que visa ao aperfeiçoamento do estado de natureza.Item A CONSTITUIÇÃO DO ESTADO CIVIL NA OBRA "O SEGUNDO TRATADO SOBRE O GOVERNO" DE JOHN LOCKE.(2016) VIRGÍLIO MIQUÉIAS DAS NEVES SILVAO presente trabalho tem como objetivo principal analisar a constituição do estado civil na obra Segundo Tratado sobre o Governo de John Locke. Em vista disso, apresenta-se a definição do estado de natureza, que por sua vez, é um estado pacífico no qual os homens eram dotados de razão e desfrutavam de suas propriedades como direitos naturais do ser humano. Partindo de tal concepção lockeana tem-se os fundamentos da sociedade política, que por sua vez advém do contrato social fundamentado no consentimento entre os homens que concordam livremente em formar a sociedade civil a fim de evitar o estado de guerra e preservar mais ainda os direitos naturais que possuíam originalmente no estado natural. E para concluir, explicitaremos a estruturação do estado civil focando nos três poderes por ele constituídos: a) legislativo considerado poder supremo; b) executivo, o poder de executar as leis estabelecidas pelo legislativo; c) federativo, aquele que tem a responsabilidade de cuidar das questões de ordem externa da comunidade, como, por exemplo, decidir sobre a paz e a guerra ante estes poderes instituídos. Além disso, enfocar-se-á sobre o direito de resistência, direito este, que reconhece ao povo a liberdade de recorrer a força para deposição dos governantes caso os mesmos não estejam cumprindo as suas finalidades tornando-se rebeldes ou corruptos.Item VISÃO SEDUTORA: O PENSAMENTO LOCKEANO DE SOCIEDADE CIVIL NA OBRA SEGUNDO TRATADO SOBRE O GOVERNO(2020) RAFAEL RODRIGUES LACERDAA filosofia política é um dos campos de pesquisa da filosofia que leva consigo um vasto compêndio de reflexões filosóficas sobre a natureza e princípio da organização da vida em sociedade. Este trabalho propõe uma abordagem dessa temática, a partir do entendimento do filosofo moderno John Locke, no qual o presente trabalho proposto, com suas peculiaridades, soma-se a tantos outros escritos que já adentraram por esse caminho. Este trabalho tem por objetivo entender a natureza da sociedade civil em John Locke - em meio à um vasto acervo de seu pensamento - no fragmento da obra Segundo Tratado sobre o Governo. Sendo assim, apresenta-se o que Locke entende por estado de natureza, mediante a lei natural, que é a prerrogativa que garante os direitos essenciais do homem, como a vida, bens e a liberdade. Tendo em vista o contrato social como um consentimento dos indivíduos que visa a saída do estado de natureza para o ingresso na sociedade civil, elucida-se a organização do estado civil e toda a sua estrutura política. Tomando parte de uma pesquisa bibliográfica, a pesquisa deseja contribuir no estudo das reflexões concernentes ao pensamento político de John Locke, compreendendo a complexidade da sua filosofia política e a contemporaneidade da sua concepção de sociedade civil.Item UM EXERCÍCIO PARA QUE HAJA LIBERDADE NA VISÃO DE JOHN LOCKE(2011) ANTÔNIO ISMAEL DE HOLANDAEste trabalho tem por objetivo esclarecer o conceito de consentimento apresentado pelo filósofo inglês John Locke (1632-1704) em sua obra Segundo Tratado Social (1690). John Locke acredita que para usar a liberdade a fim de consentir, o homem precisa, primeiramente, ter acesso ao conhecimento, o qual só é possível através da experiência, a qual leva o homem a conhecer a lei natural que é a vontade de Deus. Partindo desse conhecimento, o homem obedece ao seu Criador, por isso, sai do Estado de Natureza para, através do consentimento livre, formar a sociedade, o governo e as leis, tendo em vista a preservação dos direitos naturais, sobretudo a liberdade. Portanto, o consentimento é considerado por Locke como elemento fundante da sociedade e garantia da liberdade.