Licenciatura em Filosofia
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Item O PRIMEIRO MOTOR NO LIVRO XII DA METAFÍSI.CA DE ARISTÓTELES(2012) WILSON BARBOSA DE SOUSAEste trabalho tem como objetivo expor a filosofia, de maneira especial, a metafísica aristotélica. Apresentar do ponto de vista metafisifico-filosófico a concepção do "primeiro Motor Imóvel". Tendo-o por base para fundamentar a possível existência de Deus. Aristóteles oferece, assim, uma das primeiras demonstrações racionais da existência de Deus construindo o argumento de que toda forma de movimento explica-se com um princípio motor. E este é justamente Deus, que é vida pura, vida de inteligência que pensa a si mesma. Deus é suma beleza, sumo bem. Como prosseguimento do pensamento aristotélico, trata-se ainda da questão chave das cinco vias para provar a existência de Deus segundo Tomás de Aquino.Item O CONCEITO DE MORTE PARA ARTHUR SHOPENHAUER EM SUA OBRA "METAFÍSICA DA MORTE"(2021) JOÃO CARLOS DANTAS DA SILVATodos queremos existir e viver. Perante a vontade de vida, encontramos um "obstáculo" que nenhuma indiferença pode matar a consciência do que aparece como maior dificuldade da humanidade: a morte. Esse momento derradeiro tem motivado cada vez mais reflexões, entre tantas, acredita-se que o filósofo Arthur Schopenhauer em sua obra Metafisica da morte descreve a morte de forma coerente e leve. Ao descrevê-la como o fim da existência fenomênica, mas não do coisa-em-si, pois esse segundo é indestrutível leva a compreensão do sentido real de que todo ser humano irá enfrentar e que por isso requer ao invés de medo, atitude de coragem e serenidade que só pode ser obtida por meio da racionalidade diante do desconhecido. Pra iniciar essa discussão, torna-se necessário compreender a vida e obra schopenhaueriana e o fundamento da relação entre o fenômeno e o não perecível ser-em-si. Nessa abordagem, é oportuno apresentar outros filósofos que discorrem suas perspectivas do fim, principalmente como resposta ao problema da rejeição e banalização da morte da sociedade atual. A temática da finitude está envolta por uma visão atual e pessimista, potencializada pela pandemia. É indispensável não marginalizar aquilo que é nossa única certeza futura, mas devese destacar como importante uma nova forma de compreensão da morte, à luz da contribuição filosófica que quer oferecer às pessoas e à sociedade atual a possibilidade de elaborar suas ações diante do limite. Esse que embora no presente não seja nada para nós, torna-se uma potência que se aproxima cada dia mais, que porém não é um fim em si mesmo.