Licenciatura em Filosofia

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Resultados da Pesquisa

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    A BANALIDADE DO MAL EM HANNAH ARENDT
    (2022) JOÃO PAULO DE SOUSA AQUINO
    O presente trabalho monográfico tem como objetivo compreender a filosofia política de Hannah Arendt no concernente a criação do conceito da banalidade do mal que construiu as bases do fenômeno totalitarista e do genocídio que ceifou vidas humanas e atacou severamente a dignidade das minorias na Alemanha. Para o melhor desenvolvimento desta monografia, ela está dividida em três momentos: a presença do mal no mundo no pensamento filosófico de São Tomás e Leibniz; na segunda parte, será apresentada a banalidade do mal na perspectiva de Hannah Arendt. E por fim, no terceiro capítulo, será apresentada a solução final nos campos de concentração como ápice da banalidade do mal e suas implicações na atualidade. A proposta principal de Arendt na obra Eichmann em Jerusalém, no que diz respeito a banalidade do mal é mostrar que a banalidade está no sistema e não naqueles que seguem ordens. Pretende-se, desse modo, demonstrar que a banalidade do mal se opôs a dignidade humana, levando milhões de seres humanos ao extermínio nos campos de concentração durante o regime de AdolfHitler, servindo como base para impulsionar a política genocida e xenófoba durante a Segunda Guerra Mundial.
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    CONCEPÇÃO DE ESTADO PERFEITO SEGUNDO THOMAS MORE
    (2013) FRANCISCO ASSIS CANDEIRA DOS SANTOS
    O presente trabalho terá como objetivo principal transmitir o pensamento politico de Thomas More com relação ao Estado, com isso identificar em sua principal obra, a utopia a melhor forma de governo. Este trabalho será elaborado de três momentos: na primeira parte será mostrado o contexto histórico do autor, como economia, sociedade etc. na segunda parte iremos conhecer as estruturas políticas ideais na visão de Thomas More, e por fim, ver as implicações de· sua filosofia política para os dias atuais, e fazer uma relação como o Movimento Sem Terra (MST).
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    CONCEPÇÃO POLÍTICA DE MAQUIAVEL
    (2015) JOÃO CIRENEU FERREIRA FEITOSA DE PÁDUA
    No presente trabalho faremos uma apresentação da concepção política de Nicolau Maquiavel. Para isto, buscamos ser fiel ao pensamento do autor, na perspectiva de identificar, sua teoria política, não com o intuito de aqui fazer juízo de valor, como muito tem sido criticado o pensamento de Maquiavel, durante esses quatro séculos. Na verdade, o que nos propormos aqui é expor o seu pensamento político a partir de toda a conjuntura em que ele viveu, para tornar mais clara a sua compreensão, pois entendemos que para concebermos avaliações sobre qualquer teoria se faz necessário primeiramente entende-la e só, posteriormente depois de muito refletir se possibilita pensar alternativas que contraponham e apontem para outros caminhos que orientem no modo de agir moral e politicamente. Assim, iniciaremos apresentando todo o contexto cultural, político e econômico em que viveu Maquiavel, como também situando o autor dentro do movimento cultural que se tornou conhecido como Renascimento. A seguir, nos propomos a abordar, a reflexão política construída pelos gregos, sobretudo, por Platão e Aristóteles, dois expoentes da cultura filosófica que trata em seus escritos da teoria política, no entanto, não serviu de base para Maquiavel construir o seu pensamento. Logo depois, procuramos apresentar o pensamento do autor estudado, aquilo que realmente é construído por Maquiavel, a partir de algumas de suas obras e de comentadores. Ao longo da pesquisa, fomos percebendo que todas as ações apontadas estão relacionadas com o princípio de dominação e estas visam a conquista e manutenção do poder. No desenvolver do seu pensamento político, Maquiavel perde toda a noção de Moral e da ética, como até, então, tinha sido defendido pela tradição.
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    NICOLAU MAQUIAVEL E A "POLITICA MAQUIAVÉLICA" NA OBRA O PRINCIPE
    (2015) FRANCISCO RENÊ TOMAZ BEZERRA
    Maquiavel é indubitavelmente uma joia preciosa na filosofia política, porque, mesmo não sendo seu objetivo formar príncipes para o mundo, proporciona ainda hoje, reflexões, questionamentos para analisarmos melhor a forma que estamos sendo governados, por qual príncipe estamos sendo dirigidos e se estamos vivendo realmente de forma unificada ou fragmentada como a Itália de sua época. Dividimos neste trabalho em dois capítulos básicos. No primeiro: Um pensador e o espírito da época, Abordamos a questão da Renascença: Movimento de ruptura e transição. A Itália: Contexto político: E Maquiavel: Um pensador e a paixão pela política. No capítulo segundo que é um pouco mais denso por se tratar do corpo do trabalho, temos como tema: O Príncipe" regras para uma "política maquiavélica". Onde falaremos da "política maquiavélica". Da antropologia da ambição e do poder. A experiência concreta da virtú e da fortuna. E finalmente das regras para garantir ao príncipe o êxito e glória na "política maquiavélica".