Licenciatura em Filosofia

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    A RACIONALINADE COMO PROPOSTA DE UM NOVO MÉTODO PARA CHEGARÁ VERDADE, NAS OBRAS "DISCURSO DO MÉTODO E MEDITAÇÕES METAFÍSICAS" DE RENÉ DESCARTES
    (2018) ANTONIO WILSON PONTES FEITOSA
    O presente trabalho acadêmico trata do caminho proposto por Descartes para se chegar na verdade indubitável nas obras "Discurso do Método e Meditações Metafísicos, do filósofo francês René Descartes. Este viveu no contexto da idade média. É apresentado em forma de descrição, tendo como principal referência às obras acima citadas, a forma como Descartes propôs um novo método para se alcançar a verdade. Para tanto foram usadas também outras obras de outros autores que tratam da problemática e para auxiliar no tema. Na sequência do conteúdo, apresenta-se Deus como garantia dessa verdade, enfim a reflexão na abordagem dos princípios do conhecimento humano, apresentado na filosofia cartesiana.
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    ESTÉTICA E HERMENÊUTICA EM GADAMER: O JOGO, O SÍMBOLO E A FESTA COMO EXPERIÊNCIAS DA OBRA DE ARTE
    (2016) ALLEF ANTONIO CARVALHO ARAUJO
    Este trabalho tem o objetivo de investigar como a arte, como uma forma de experiência, se toma uma crítica ao modelo de ciência imposto pela modernidade, a partir da hermenêutica filosófica de Hans-Georg Gadamer (1900-2002), cm sua obra Verdade e Método. Fazer a relação entre estética e hermenêutica, permite uma análise interpretativa sobre o fenômeno estético e possibilita para a estética uma fonna de recuperação da experiência da arte como verdade. Analisa-se o predomínio das ciências da natureza como pretensão de método único de verdade e o processo de autoconcepção das ciências humanas, por não se enquadrarem no âmbito metodológico da ciência moderna. Reflete-se também a análise ontológicohermenêutica da obra de arte como condição de recuperação e reivindicação da verdade para ela, bem como o conceito de experiência hermenêutica da arte, que é pensada também como experiência ontológica a partir dos conceitos de jogo, símbolo de festa, que manifestam o modo de ser da própria obra de arte.
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    A RELAÇÃO ENTRE VERDADE E FELICIDADE NAS OBRAS "SOLILÓQUIOS" E "A VIA FELIZ, DE SANTO AGOSTINHO
    (2014) DJACIR SAMPAIO DA ROCHA
    A proposta deste trabalho é discursar acerca da relação de Verdade e Felicidade no pensamento de Santo Agostinho a partir das obras Solilóquios e A Vida Feliz. A Verdade para Santo Agostinho, bem como a conceituação da felicidade, é um tema muito discutido nos seus escritos. No pensamento agostiniano a Verdade é apresentada como uma iluminação divina. Foi precisamente esta iluminação que permitiu a ele um novo conhecimento acerca da Verdade, ou seja, sua saída do maniqueísmo e a busca do Bem Supremo. Para Agostinho a Verdade se encontra dentro do próprio homem. Nesse sentido, o homem tem necessidade da Verdade e ainda de conhecer sua alma na procura de Deus. Assim, deve levar-se em consideração a fruição do conhecimento absoluto. Desta forma, Agostinho conclui que o homem deseja ser feliz; outro tema de grande relevância para o filósofo é o entendimento da Felicidade, a qual faz alusão como posse de Deus, sabedoria e plenitude na obra intitulada A Vida Feliz. Nesta obra está contida de forma ilustrativa que o homem feliz é aquele que possui a Deus, como fonte de verdadeira vida, onde para ele não há possibilidade de carência e nem necessidade material, do contrário, é viver uma falsa felicidade. Todavia, segundo o pensador medieval, também a Verdade e Felicidade estão numa correlação de profunda consonância, por sua vez não podem ser separadas de forma alguma. Com isso, o presente estudo busca analisar tal perspectiva segundo a lógica do pensamento agostiniano, adentrando deste modo no pensamento medieval, pode-se conhecer ao Deus que habita no interior do homem e, consequentemente, a vida feliz. Veremos que é através da contemplação de Deus que a Verdade revela-se ao homem e ele tem então a oportunidade de encontrar a felicidade tão almejada por todo ser humano.
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    OS LIMITES DA LIBERDADE ABSOLUTA EM SARTRE
    (2013) JOSÉ FELIPE DO NASCIMENTO NETO
    O que faz de cada homem um ser único é o conjunto de escolhas que ele tem e realiza, sendo que, essa escolha parte da capacidade humana e vontade de ser livre. É exercendo o livre-arbítrio que o homem toma decisões no decorrer de sua vida, projetando-se para o futuro, define profissão, muda de ambiente quando deseja, enfim, se constrói. Sartre é considerado um dos principais pensadores do mundo atual e a principal obra de sua temática é a dualidade, que se infiltra no comportamento humano, entre a realidade e a sociedade, pois o homem vive entre a vontade de se libertar da sociedade, fugir às regras, às repressões, libertar-se de si mesmo. Pois a liberdade é que possibilita a concretização daquilo que se quer ser, formulando novas dimensões do que acredita ser verdade e imutável. Não se deixa convencer pelo pré-determinado, mas busca a verdade, desvelando o que muitas vezes ninguém enxerga, sem medo de confrontar o poder de mudar. Portanto Sartre apresenta uma forma de liberdade absoluta que proporciona ao homem independência de sua condição de ser livre.