Licenciatura em Filosofia
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Item TEORIA DO CONHECIMENTO NA OBRA 'MEDITAÇÕES', DE RENÉ DESCARTES(2013) JOSÉ MARCOS DA SILVA FILHOO presente trabalho acadêmico trata da Teoria do Conhecimento na obra Meditações, do filósofo francês René Descartes. Este viveu no contexto da Idade Moderna. É apresentado em forma de descrição, tendo como principal referência a obra citada acima, a forma como Descartes refletiu acerca do conhecimento que o homem pode alcançar. Para tanto foram usadas também outras obras do mesmo autor que tratam da problemática e por isso auxiliaram no tema, somando-se a estas, utilizaram-se obras de outros autores e de um comentador. Na sequência do conteúdo analisa-se a possibilidade de se conhecer algo verdadeiramente, posteriormente explora-se o modo como se dá a construção do conhecimento e, enfim, a reflexão na abordagem dos princípios do conhecimento humano, apresentados na filosofia cartesiana.Item ANÁLISE METAFÍSICA ACERCA DE DEUS EM RENÉ DESCARTES(2022) JOSÉ WILLIAN PALMEIRA DA ROCHAA presente monografia tem como objetivo apresentar a temática de Deus a partir do percurso teórico de Descartes, através da questão da dúvida, da verificação do Cogito e, por fim, com as provas da existência divina, tomando por base as meditações cartesianas. A obra Meditações Metafisicas é o referencial na construção desse trabalho. A referida obra consiste em apresentar os meios possíveis para o alcance do conhecimento racional e verídico acerca de Deus. Para tal, procurou-se organizar essa monografia em três capítulos, a saber: no primeiro, é feita a explanação do método da dúvida, onde Descartes põe em cheque todo a conhecimento que até então julgava verdadeiro; no segundo momento, segue-se com a radicalização da dúvida, onde o autor passa a buscar o que de fato era considerado um conhecimento. Nesse itinerário, Descartes vai de encontro com a ideia de um gênio maligno, quer dizer, a figura de um Deus enganador, levando-o a descoberta do Cogito, simbolizado na clássica sentença: "penso logo existo". Trata-se portanto da primeira verdade conquistada, adquirida racionalmente. Usando de alegorias, o autor dá o exemplo da cera, um argumento que possibilitou comprovar que o espírito humano é mais maleável no conhecer que as substâncias materiais. Por fim, no último capítulo, toma-se o cerne da questão: a existência de Deus fundamentada em provas. No término, é demonstrada a eficácia dessas provas na elaboração de uma ideia de Deus como a origem da própria ideia que se tem dele, respaldando-se nos atributos que lhes são próprios: infinito, perfeito e motivo para tudo quanto existe no mundo.