Licenciatura em Filosofia

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Resultados da Pesquisa

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    A CENTRALIDADE DA VIDA NA BIOLOGIA FILOSÓFICA JONASIANA
    (2020) SÁVIO DANIEL OLIVEIRA BARROS
    O presente trabalho analisa a partir da Filosofia da Biologia de Hans Jonas a construção ontológica do Ser integral em detrimento ao postulado dualista cartesiano da modernidade. Jonas analisa os efeitos que a doutrina do cogito de Descartes implicou na relação Ser e natureza e critica sua construção por seu isolamento racional em detrimento do cosmos. Com Bacon e Kant tal pensamento foi levado às últimas consequências culminando no reflexo contemporâneo da relação homem-natureza. A partir de uma releitura do Darwinismo, Jonas busca recuperar a teleologia da natureza e mostrar que desde o inicio matéria e espírito já se encontram unidos no metabolismo, podendo evoluir das formas mais simples as mais complexas. Com o monismo integral Jonas busca recuperar a unidade do cosmos ao mesmo tempo que fundamenta a ética futura.
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    A PLENITUDE DO SER DE DEUS NA OBRA O ENTE E A ESSÊNCIA DE TOMÁS DE AQUINO
    (2015) VANDERLAN DA SILVA FÉLIX DE LIMA
    Propõe-se neste estudo, uma leitura e descrição crítica do pensamento de Santo Tomás de Aquino, sobre a plenitude e a perfeição do ser de Deus. Destacam-se aqui, suas ideias principais sobre este assunto contidas no seu opúsculo o ente e a essência. A linha de direcionamento deste trabalho reside no pensamento tomista, desde a sua inspiração e embasamento em Aristóteles, observando a estrutura basilar da filosofia aristotélica, reconhecendo-a como a filosofia da verdade, passando para a sua formulação da hierarquização do ser onde os entes participam em diferentes graus e níveis do ser de Deus, só, chegando assim a sua descoberta genial da perfeição deste Ser que em última análise é o próprio Deus, reconhecendo que Nele a essência e a existência se identificam nos entes não. Evidenciaremos também outros pensadores que se fundamentaram na filosofia tomista para entenderem e explicarem a perfeição do ser absoluto e sua plenitude, sua simplicidade e outros atributos inerentes a ele.
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    A QUESTÃO DO QUE É O HOMEM PARA ALÉM DA ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA
    (2023) MATEUS VIEIRA DA SILVA
    No presente trabalho monográfico, propomo-nos analisar a crítica do filósofo alemão Martin Heidegger acerca da antropologia filosófica clássica em sua pergunta pelo “o que é o homem?”. Refletir-se-á, fundamentando-se em parte de sua obra Ser e Tempo, a nova forma de investigar o homem, evidenciando-se algumas divergências da concepção antropológica clássica. O filósofo ressalta um “esquecimento” por parte da filosofia no concernente à pergunta pelo Ser e propõe uma passagem da antropologia filosófica para a ontologia, com o fito de promover a pergunta pelo sentido do Ser, através do qual se poderá encontrar as possiblidades da existência do Dasein, o ser-aí. O Dasein é o próprio homem, o ente singular que se diverge dos outros entes não-humanos e pelo qual somente a ele se pode dirigir a pergunta pelo Ser. Heidegger não tenta definir o homem, pois isso seria limitá-lo em sua própria natureza, como sugeriram os clássicos. Sua proposta é revelar as possibilidades de sua existência, utilizando-se do método fenomenológico, que segundo ele, é o método mais viável para se realizar tal investigação. Entre as possibilidades de existência do homem, evidencia-se a existência autêntica e a existência inautêntica, abordadas pelo autor. A existência inautêntica se dá pela negação da finitude do homem, enquanto que a existência autêntica consiste na aceitação dessa condição. O homem passa pela experiência da angústia, dá sentido a sua existência, mas reconhece-se como um ser para a morte.