Licenciatura em Filosofia

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    A RELAÇÃO ENTRE PRAZER E VIRTUDE SEGUNDO ARISTÓTELES
    (2018) ALAELSON FERRAZ DA COSTA
    O presente trabalho tem a finalidade de apresentar a relação existente entre prazer e virtude segundo Aristóteles, dando a condição necessária para se entender a tese aristotélica segundo a qual o virtuoso não age em vista do prazer por si mesmo, mas sente prazer em agir virtuosamente. Procura-se esclarecer aqui tal concepção em três momentos: primeiramente, partindo do segundo tratado do prazer no livro X da Ética a Nicômaco, busca-se compreender a definição aristotélica de prazer, analisando-se algumas de suas características. O segundo lugar, procura-se expor a compreensão aristotélica de virtude, a partir de sua definição, em vista de se apresentar o critério para uma ação moralmente virtuosa. Em terceiro lugar, é apresentada a relação entre prazer e virtude, tomando-se como ponto de partida o hedonismo moderado de Aristóteles, para quem a vida é em si prazerosa. Para o Estagirita, a melhor atitude a ser tomada na relação entre o prazer e a virtude é o meio-termo ou a mediania. Finalmente, intenta-se também responder questionamento de como as virtudes ajudam o homem a lidar com os prazeres segundo Aristóteles.
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    A AMIZADE EM ARISTÓTELES: A AMIZADE VIRTUOSA COMO CONDIÇÃO PARA A COMUNIDADE
    (2017) JOSÉ IRAN DE FREITAS DE ARAÚJO
    A presente monografia tem como proposito apresentar a compreensão de Aristóteles a respeito da amizade, averiguando o entendimento da amizade virtuosa para se verificar que essa virtude pode conduzir as pessoas para uma vida boa na comunidade. Tendo em vista que o estudo realizado teve como base os livros VIII e IX da obra Ética a Nicômaco. Neste trabalho mostramos a amizade, como um fio condutor da virtude para uma comunidade, pois ela que conduz o indivíduo para essa vida virtuosa na comunidade. Para compreender o seu verdadeiro significado faz-se indispensável uma abordagem sobre a virtude na qual é determinada como um hábito, posteriormente foi feita uma análise acerca da amizade. Pois, segundo Aristóteles a amizade é uma virtude e se apresenta como essencial à vida homem na comunidade pois, ela que pode levar as pessoas a felicidade. Ao passo que ele conceituou o amigo como sendo aquele que deseja e prática o bem para interesse do outro. Mostramos como Aristóteles consegui através da amizade sair da vida prazerosa e alcançar a vida virtuosa da seguinte forma: a teoria das éticas das virtudes, os três níveis de amizade, e a amizade como condição para comunidade. Conclui-se que a amizade virtuosa é que direciona as pessoas a viverem bem na comunidade e levar.
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    A PHRÓNES/S EM ARISTÓTELES: CONSIDERAÇÕES SOBRE A VIRTUDE DA PONDERAÇÃO ÉTICA A PARTIR DE ÉTICA À NICÔMACO.
    (2017) JOSÉ DE ARIMATÉIA CONRADO LOPES FILHO
    Este trabalho monográfico tem como objetivo levar a todos a uma reflexão sobre a phronesis na obra Ética a Nicômaco de Aristóteles. Aristóteles nomeia a phronesis como uma virtude pratica capaz de calcular, refletir e analisar as ações do homem. Julgando sempre ser boa para se conseguir bons fins. Para o filosofo a alma possui duas partes, a racional e a irracional, bem como as virtudes, umas são morais e as outras intelectuais, mas para o Estagirita as duas não se desassociam, mas se complementa. Ora, é bem sabido que para Aristóteles o bem maior e supremo é a felicidade, e para conseguir é necessário agir racionalmente, ou seja, virtuosamente. Nas indagações do filosofo ele destaca três tipos de vida: a contemplativa, política e prazerosa. Por ser a política a arte de governar por excelência, pois, todo homem é um ser por natureza político, então, a forma de bem governar é pela phrónesis, que permite a todos que dela fazem uso deliberar bem e corretamente a cada situação. Por isso, o ser humano feliz é aquele que dirigi seus atos pela virtude moral e acompanha os mesmos pelas virtudes intelectuais. A felicidade é a principal busca do ser humano e a phronesis é os meios para se tê-la.
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    O CONCEITO DE SUBSTÂNCIA EMARISTÓTELES, DESCARTES E ESPINOSA
    (2014) WAGNER FRANCISCO DE SOUSA CARVALHO
    Este Trabalho de Conclusão tem por objetivo apresentar o pensamento de Aristóteles, Descartes e Espinosa a cerca da substância. Demonstramos, ainda, que o referido conceito se manifesta em contextos históricos diversificados gerando, também, diferentes reflexões. Em Aristóteles, a substância se apresenta como aquilo que se opõe a tudo o que é ornamental, artificial. Ela pode ser identificada como o ser propriamente dito, dotado de identidade singular e identificada como a causa primeira. Em Descartes, a substância se apresenta como uma dimensão essencial do homem. Ele a divide em duas: res cogitans e res extensa e identifica, nelas, o pensamento e a matéria. Baruch de Espinosa, o terceiro filósofo que abordamos, ensina que a substância é o próprio Deus que em sua ilimitação manifesta na natureza finita a sua infinitude. O pensamento e a matéria, em Descartes, se apresentam como duas substâncias, em Espinosa, atributos e modos manifestam a grandeza de uma única substância. Não é, portanto, estranho de se notar a necessidade de um princípio primeiro como base constituinte de algo. A causa primeira de todas as coisas remete a um fundamento por excelência que, seguindo as reflexões que foram feitas levam a Deus. A este, Aristóteles, chamou de Motor Imóvel, Descartes de ser perfeito e, Espinosa, de substância única. Concluímos recordando que a pergunta pelo princípio primeiro das coisas não se encontra entre aquelas que são articuladas pelo homem do nosso tempo. Na realidade, os homens da atualidade se contentam com o que fenômenicamente se apresenta, com o que aparece, com o que é mostrado. Vem justamente desta situação, o imperioso desejo de retomar a substância como princípio primeiro. Os tempos modernos estão a demonstrar que quando se enfraquece a vontade de ir além da manifestação das coisas a razão se fragiliza, se deixa instrumentalizar. Toma-se atual o pedido, feito aos filósofos pelo Papa João Paulo II, de buscar fazer a razão passar do fenômeno para o fundamento (Fides et Razio, 83) e, neste último se encontra, justamente, a substância como causa de si e que existe independente de qualquer outra coisa.
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    A INVESTIGAÇÃO DO SER NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO METAFÍSICO DE ARISTÓTELES
    (2014) FELICIANO DOS SANTOS DIAS
    Neste trabalho discorremos a respeito do pensamento de Aristóteles sobre o "ser enquanto ser". Para tal pretensão nos serviremos de alguns comentários sobre uma das suas principais obras que é a Metafisica, onde ele começa com a frase: "Todos os homens têm naturalmente o desejo de saber" (Metafisica A, 980). É a raiz na qual nasce e na qual se funda a filosofia, particularmente a metafisica. Esta é, portanto, a ciência que visa à satisfação dessa exigência humana de puro conhecimento. De fato, a curiosidade é uma inclinação irresistível, todos, sábios e ignorantes, querem conhecer a verdade e evitar o erro. À metafisica cabem três estudos: O estudo do ser divino, o estudo dos primeiros princípios, o das propriedades ou atributos gerais de todos os seres. De fato a metafísica pretende chegar às "causas primeiras do ser enquanto ser", ou seja, o por quê que explica a realidade em sua totalidade, já que as ciências particulares se detêm nas causas particulares, nas partes específicas da realidade". Nos assuntos abordados neste trabalho não tivemos a pretensão de esgotar o tema, mas de tentar resgatar o pensamento de Aristóteles a respeito da origem de todas as coisas. E a guisa de considerações finais chegamos a conclusão que a metafisica é a ciência que estuda a substância em geral, não se preocupando com esta ou aquela realidade particular.