Licenciatura em Filosofia

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    A PHRÓNES/S EM ARISTÓTELES: CONSIDERAÇÕES SOBRE A VIRTUDE DA PONDERAÇÃO ÉTICA A PARTIR DE ÉTICA À NICÔMACO.
    (2017) JOSÉ DE ARIMATÉIA CONRADO LOPES FILHO
    Este trabalho monográfico tem como objetivo levar a todos a uma reflexão sobre a phronesis na obra Ética a Nicômaco de Aristóteles. Aristóteles nomeia a phronesis como uma virtude pratica capaz de calcular, refletir e analisar as ações do homem. Julgando sempre ser boa para se conseguir bons fins. Para o filosofo a alma possui duas partes, a racional e a irracional, bem como as virtudes, umas são morais e as outras intelectuais, mas para o Estagirita as duas não se desassociam, mas se complementa. Ora, é bem sabido que para Aristóteles o bem maior e supremo é a felicidade, e para conseguir é necessário agir racionalmente, ou seja, virtuosamente. Nas indagações do filosofo ele destaca três tipos de vida: a contemplativa, política e prazerosa. Por ser a política a arte de governar por excelência, pois, todo homem é um ser por natureza político, então, a forma de bem governar é pela phrónesis, que permite a todos que dela fazem uso deliberar bem e corretamente a cada situação. Por isso, o ser humano feliz é aquele que dirigi seus atos pela virtude moral e acompanha os mesmos pelas virtudes intelectuais. A felicidade é a principal busca do ser humano e a phronesis é os meios para se tê-la.
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    A CONCEPÇÃO DO BEM E DO MAL DE AGOSTINHO DE HIPONA NA OBRA "O LIVRE-ARBÍTRIO"
    (2013) FRANCISCO FERREIRA DE AQUINO FILHO
    O presente trabalho tem como propósito apresentar a concepção do bem e do mal de Agostinho de Hipona na obra "O livre-arbítrio". O problema do mal foi enfrentado por nosso autor, sobretudo na sua adolescência, devido os seus desvios morais, apresentados por ele mesmo em outra obra: As Confissões. Enquanto procurava uma resposta plausível para o mal, aderiu por aproximadamente nove anos ao maniqueísmo. Percebendo a insustentabilidade desta doutrina, visto que a mesma advogava o mundo como fruto do· conflito entre o bem e o mal, Agostinho, após algumas leituras neoplatônicas, principalmente de Platino, se distanciou dos maniqueus. A partir de então, começou a entender o mal como a ausência do bem. Para ele, Deus é o Sumo Bem, consequentemente, todas as suas criaturas são boas. No entanto, estas criaturas estão sujeitas à corrupção quando por uma decisão livre se distanciam do seu criador. O mal metafísico não existe, já que é fruto da vontade livre, decorrente do mau uso da sua liberdade, esta, todavia, constitui um grande bem dado por Deus.